Bolsonaro diz que auxílio emergencial não será prorrogado no final do ano

“ O Brasil não pode mais se endividar. Não vai ter nova prorrogação'”, afirmou Bolsonaro durante live nas redes sociais, afirmando que lamenta pagar o auxílio

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes
Jair Bolsonaro e Paulo Guedes (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)
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247 - Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (10), durante sua live semanal nas redes sociais, que lamenta ter prorrogado o auxílio emergencial poer mais quatro meses e disse que não será prorrogado ao fim deste ano.

“A gente lamenta o auxílio emergencial que era para durar três meses [de abril a junho]. Prorrogamos por mais dois meses [julho e agosto]. Criamos outro auxilio de R$ 300 [setembro a dezembro]. Não é porque eu quero pagar menos, não. O Brasil não pode mais se endividar. Não vai ter nova prorrogação. O endividamento cresce e o Brasil perde confiança. Não quero culpar ninguém, mas vão pedir auxílio para quem tirou seu emprego, quem disse ‘fique em casa'”, disse Bolsonaro.

O auxílio emergencial foi criado em abril após pressão da oposição. O governo inicialmente queria pagar apenas R$ 200 para ajudar trabalhadores informais que foram afetados pela pandemia do coronavírus. Mas o benefício foi elevado pelo Congresso para R$ 600.

O auxílio foi prorrogado até dezembro, mas com valor menor de R$ 300.

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