Bolsonaro e militares entram na mira de inquérito do STF que investiga organização criminosa

As investigações tratam de milícias digitais e também de uma live em que Jair Bolsonaro atacou sem provas as urnas eletrônicas

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(Foto: ABr)


247 - Jair Bolsonaro (PL), militares e integrantes do governo entraram na mira de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre uma suposta organização criminosa investigada pela Polícia Federal por ataques às instituições e disseminação de desinformação. As investigações tratam de milícias digitais e também de uma live, transmitida em julho do ano passado, quando Bolsonaro atacou sem provas as urnas eletrônicas.

De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo, estão na mira do inquérito Bolsonaro, o general Luiz Eduardo Ramos, o ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), o ex-diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem, o ministro da Justiça, Anderson Torres, e o coronel do Exército Eduardo Gomes da Silva, responsável por apresentar as suspeitas de fraudes durante uma live no dia 29 de julho de 2021, quando Bolsonaro atacou sem provas o sistema eleitoral brasileiro. 

A Polícia Federal havia informado, em inquérito, que Luiz Eduardo Ramos e Augusto Heleno atuaram na busca de informações contra as urnas eletrônicas desde 2019.

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O inquérito das milícias também deve investigar o vazamento do inquérito sobre o TSE, a disseminação de desinformação sobre vacinas e tratamento precoce, e os preparativos para o 7 de setembro de 2021, quando Bolsonaro atacou o ministro do STF Alexandre de Moraes e também fez manifestações de cunho golpista.

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