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Bolsonaro já está sendo tratado pela PF como chefe de quadrilha

Ex-presidente está no centro de um esquema de desvio de presentes à União para lavagem de dinheiro e favorecimento pessoal

Joias e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução/TV Globo | REUTERS/Evelyn Hockstein)
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247 – As autoridades já estão investigando o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como possível líder de uma organização criminosa. Recentemente, um relatório da Polícia Federal (PF) lançou luz sobre evidências que indicam seu envolvimento no desvio de patrimônio público da União com fins de enriquecimento pessoal, segundo reportagem do portal Extraclasse.

As investigações da PF focam em um esquema de vendas de conjuntos de bens que foram recebidos por Bolsonaro durante seu mandato como chefe de Estado. Segundo o relatório, os proventos dessas vendas eram transformados em dinheiro vivo e integrados ao patrimônio pessoal de Bolsonaro, através de terceiros, com o intuito de ocultar sua origem e propriedade. Essa operação é característica de práticas de lavagem de dinheiro.

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Um dos itens notáveis é um relógio da marca Rolex, inicialmente identificado como alvo de venda por meio de e-mails enviados pelo tenente coronel do Exército Mauro Cid, que desempenhava o papel de auxiliar de ordens da presidência.

A situação tomou um novo rumo com a decisão do ministro Alexandre Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou buscas e apreensões em uma operação da PF realizada em várias cidades. Segundo a autorização, Bolsonaro e sua equipe teriam usado o avião presidencial para transportar os bens desviados de alto valor para os Estados Unidos.

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No exterior, os bens teriam sido canalizados para lojas especializadas em venda e leilão de itens valiosos, localizadas em cidades como Miami, Nova Iorque e Willow Grove.

A operação também tem como alvo o general da reserva do Exército Mauro Lourena Cid, pai do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, que já está sob prisão preventiva por alegações de falsificação de atestados de vacinação para entrar nos Estados Unidos.

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Outros envolvidos incluem o tenente do Exército Osmar Crivelatti e o advogado Frederick Wassef, conhecido por representar a família Bolsonaro em questões jurídicas. Wassef, ligado ao caso Queiroz anteriormente, teria participado de um suposto esquema relacionado à recompra do relógio Rolex.

Este caso, que começou com a apreensão de um conjunto de joias destinado à ex-primeira-dama Michele Bolsonaro, pode ter implicações significativas para a reputação do ex-presidente e sua administração. A investigação continua, e os desdobramentos estão sendo acompanhados de perto.

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