Bolsonaro nega que tenha tratado de golpe e afirma que irá à Justiça contra calúnias

Mauro Cid teria afirmado à PF que o ex-presidente se reuniu com a cúpula das Forças Armadas e ministros no ano passado, com o tema intervenção militar em pauta

Mauro Cid, Jair Bolsonaro e Polícia Federal
Mauro Cid, Jair Bolsonaro e Polícia Federal (Foto: ABr | Reprodução)


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Agenda do Poder - O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (21) que “jamais tomou qualquer atitude que afrontasse os limites e garantias estabelecidas pela Constituição e, via de efeito, o Estado Democrático de Direito”. Bolsonaro nega dessa forma o teor do que o tenente-coronel Mauro Cid afirmou em delação premiada à Polícia Federal e que veio à tona nesta quinta.

Cid teria afirmado à Polícia Federal que o ex-presidente se reuniu com a cúpula das Forças Armadas e ministros no ano passado, com o tema intervenção militar em pauta. A intenção seria impedir a troca de governo. “A defesa do Presidente Jair Bolsonaro, diante das notícias veiculadas pela mídia na data de hoje sobre o suposto conteúdo de uma colaboração premiada, esclarece que: 1. Durante todo o seu governo jamais compactuou com qualquer movimento ou projeto que não tivesse respaldo em lei, ou seja, sempre jogou dentro das quatro linhas da Constituição Federal”, diz a nota divulgada à imprensa. >>> Em dezembro, aliados de Bolsonaro já falavam da reunião golpista com as Forças Armadas, como delatado por Cid

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Os advogados de Bolsonaro afirmaram ainda que pretendem adotar “medidas judiciais cabíveis contra toda e qualquer manifestação caluniosa, que porventura extrapolem [sic] o conteúdo de uma colaboração que corre em segredo de Justiça, e que a defesa sequer ainda teve acesso”. (*Com informações do Metrópoles)

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