Bolsonaro segue o fundamentalismo anti-vacina, diz Padilha após corte no SUS

O ex-ministro da Saúde e deputado Alexandre Padilha (PT-SP) denunciou corte orçamentário de R$ 500 milhões em vacinas do SUS promovido pelo governo Bolsonaro. No Twitter, Padilha comparou o corte no orçamento com o movimento anti-vacina. “Parece que Bolsonaro resolveu seguir de vez seu guru Olavo de Carvalho e o fundamentalismo anti-vacina”, avaliou

(Foto: Cleia Viana - Câmara)

247 - O ex-ministro da Saúde e deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) denunciou na tribuna da Câmara o corte orçamentário de R$ 500 milhões para o Programa Nacional de Imunização, do Sistema Único de Saúde (SUS), promovido pelo governo Jair Bolsonaro. Houve corte também de R$ 1 bilhão na assistência farmacêutica.

“Foi encaminhado pelo presidente Bolsonaro a proposta de orçamento do Ministério da Saúde pro ano de 2020 e o que mais me surpreendeu foi a proposta de redução dos recursos do Programa Nacional de Imunização, o programa nacional de vacinas. O Brasil está vendo a reemergência do sarampo, a falta de vacina pentavalente, a falta de vacina da polio, a destruição do PNI e Bolsonaro reduz os recursos para 2020”, declarou.

Pelo Twitter, Padilha comparou o corte no orçamento com o movimento anti-vacina. “Parece que Bolsonaro resolveu seguir de vez seu guru Olavo de Carvalho e o fundamentalismo anti-vacina. Tirou quase 1 bilhão das vacinas do SUS. Ignorância de mãos dadas com vidas perdidas”, avaliou.

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