Bolsonaro volta a defender a cloroquina e diz que "ninguém está fazendo nada errado ou jogando fora"

Jair Bolsonaro disse em sua live desta quinta-feira (11) que ninguém fez nada errado nem houve desperdício de recursos na produção de comprimidos de cloroquina

(Foto: Reprodução | Reuters)
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247 - Recorrendo mais uma vez a uma tergiversação, Bolsonaro disse em live nesta quinta-feira (11),  que, além da Covid-19, doença para a qual o remédio não tem comprovação científica, há outras enfermidades tratadas com a substância, como malária e lúpus. Mas o ato é que Bolsonaro durante toda a pandemia defendeu o uso da cloroquina como parte do "tratamento" contra a Covid-19.

A Folha de S.Paulo revelou que o Ministério da Saúde usou a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para a produção de 4 milhões de comprimidos de cloroquina, com o emprego de recursos públicos emergenciais voltados a ações contra a Covid-19.

"Está uma polêmica muito grande sobre hidroxicloroquina, fabricou a mais, gastou, era dinheiro do Covid, não era. Pessoal, tem a Covid aí, outras doenças continuam. Não é só Covid. A malária continua. O lúpus continua. Nós temos aqui, em média, 200 mil casos de malária no Brasil. Não sei quantos comprimidos a pessoa toma para se cuidar de malária. Mas muita gente, na região amazônica, toma preventiva", disse Bolsonaro. O titular do Executivo disse ainda que "tem muito médico que usa a hidroxicloroquina, a ivermectina para o tratamento precoce" e que a produção de comprimidos é da ordem de 13 milhões, com validade de quatro anos. "Ninguém está fazendo nada errado ou jogando fora", disse Bolsonaro.

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