Boulos: ‘Brasil não quer presidente com 1% dos votos’

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, afirmou que o golpe contra a presidente Dilma não vai passar “porque o Brasil não quer um presidente biônico que tem 1% nas pesquisas de intenção de votos e quer ganhar a presidência da república com o atalho golpista”; “O golpe não vai passar, também, por que nós sabemos o que vem junto com a proposta desse golpe. Não queremos ataque aos direitos trabalhistas, não queremos fim dos programas sociais, não queremos a ponte para o passado, como eles querem estabelecer com o golpismo”, disse

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, afirmou que o golpe contra a presidente Dilma não vai passar “porque o Brasil não quer um presidente biônico que tem 1% nas pesquisas de intenção de votos e quer ganhar a presidência da república com o atalho golpista”; “O golpe não vai passar, também, por que nós sabemos o que vem junto com a proposta desse golpe. Não queremos ataque aos direitos trabalhistas, não queremos fim dos programas sociais, não queremos a ponte para o passado, como eles querem estabelecer com o golpismo”, disse
O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, afirmou que o golpe contra a presidente Dilma não vai passar “porque o Brasil não quer um presidente biônico que tem 1% nas pesquisas de intenção de votos e quer ganhar a presidência da república com o atalho golpista”; “O golpe não vai passar, também, por que nós sabemos o que vem junto com a proposta desse golpe. Não queremos ataque aos direitos trabalhistas, não queremos fim dos programas sociais, não queremos a ponte para o passado, como eles querem estabelecer com o golpismo”, disse (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, afirmou que o golpe contra a presidente Dilma Rousseff não vai passar “porque o Brasil não quer um presidente biônico que tem 1% nas pesquisas de intenção de votos e quer ganhar a presidência da república com o atalho golpista”.

“O golpe não vai passar, também, por que nós sabemos o que vem junto com a proposta desse golpe. Não queremos ataque aos direitos trabalhistas, não queremos fim dos programas sociais, não queremos a ponte para o passado, como eles querem estabelecer com o golpismo”, disse. De acordo com ele, o golpe não vingará “porque o povo brasileiro não é acovardado e os movimentos populares menos ainda”.

O líder do MTST já havia prometido ações radicais contra um eventual governo do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). 

"Com Temer, junto com o golpe vem um pacote de terra arrasada, de devassa nos direitos sociais e de reforma trabalhista para acabar com os direitos trabalhistas", disse Boulos, ao jornal Valor (leia aqui sua entrevista). "Dizer que o país vai ser incendiado por mobilizações sociais se vierem com esse programa é quase uma obviedade, não é nenhuma ameaça", completou Boulos, na entrevista em que chamou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de "rato operador" de Temer.

Segundo ele, Temer não terá legitimidade para presidir o País. "O governo Temer, se vier a ocorrer, vai padecer de um questionamento de legitimidade, de alguém que não foi eleito no voto direto e tem 1% das intenções de voto. Junto com o golpe vem um pacote de devassa nos direitos sociais, trabalhistas. Isso intensificará mobilizações e aprofundamento do conflito social."

 

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