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Boulos: combater o fascismo também é serviço essencial

Líder do MTST e da Frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos afirmou à TV 247 que, mesmo com a pandemia de Covid-19 em curso, é preciso que a população vá às ruas para fazer um “bloqueio” contra o avanço do fascismo. “Ninguém tá feliz em ter que sair para a rua durante uma pandemia”, disse. Assista

Guilherme Boulos (Foto: Brasil247 | Reprodução)

247 - Líder do MTST e da Frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos falou à TV 247 sobre seu apoio às manifestações democráticas deste final de semana. Ele rebateu os argumentos do sociólogo e professor Luiz Eduardo Soares, que em artigo fez um apelo para que não haja manifestações, pois em sua avaliação elas serão usadas pelo governo Bolsonaro para subir o tom da repressão.

“Essa turma autoritária nunca precisou de pretexto para agir, eles criam os próprios pretextos. Se a gente ficar esperando para não dar motivo, eles vão continuar com a marcha deles e não tem quem os pare. O objetivo em sair às ruas é fazer com que tenha um bloqueio [do fascismo]”, respondeu Boulos.

Apesar da pandemia de Covid-19 que força as pessoas a ficarem reclusas, Boulos afirmou ainda que é preciso ir às ruas para fazer um bloqueio contra o avanço do fascismo no Brasil. “Ninguém está feliz em ter que sair para a rua durante uma pandemia”, disse.

O líder do MTST fez um apelo àquelas pessoas que “não aguentam mais” a situação política atual para que não haja conflitos, porque os únicos que ganham com esses conflitos são os fascistas, que vão promover uma exposição de imagens de violência incessantemente. 

“Se a gente consegue fazer uma bela demonstração, mantendo distanciamento entre as pessoas para não ter propagação do vírus, com milhares de pessoas em várias praças do país, o recado em defesa da democracia, contra o fascismo, será dado. Esse é o objetivo”, falou.

Inscreva-se na TV 247 e assista à entrevista na íntegra: