Boulos critica Moro: ‘lamentável é usar a toga para fazer política’

O pré-candidato à presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos, criticou Sérgio Moro, que chamou de "lamentável" a ocupação do triplex em Guarujá (SP) por membros do MTST; "Em despacho judicial, Moro chama ocupação do triplex pelo MTST de 'lamentável'. Doutor, lamentável é um juiz usar a toga para fazer política", escreveu o presidenciável no Twitter

O pré-candidato à presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos, criticou Sérgio Moro, que chamou de "lamentável" a ocupação do triplex em Guarujá (SP) por membros do MTST; "Em despacho judicial, Moro chama ocupação do triplex pelo MTST de 'lamentável'. Doutor, lamentável é um juiz usar a toga para fazer política", escreveu o presidenciável no Twitter
O pré-candidato à presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos, criticou Sérgio Moro, que chamou de "lamentável" a ocupação do triplex em Guarujá (SP) por membros do MTST; "Em despacho judicial, Moro chama ocupação do triplex pelo MTST de 'lamentável'. Doutor, lamentável é um juiz usar a toga para fazer política", escreveu o presidenciável no Twitter (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O pré-candidato à presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos, criticou Sérgio Moro, que chamou de "lamentável" a ocupação do triplex em Guarujá (SP) por membros do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

"Em despacho judicial, Moro chama ocupação do triplex pelo MTST de "lamentável". Doutor, lamentável é um juiz usar a toga para fazer política", escreveu, no Twitter, o presidenciável, que também é coordenador nacional do MTST.

Moro, que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem provas, disse que as dívidas do apartamento não impedem a venda do imóvel. "Lamentável invasão apenas prejudica a venda judicial e o ressarcimento à Petrobras, cujo acionista majoritário é o povo brasileiro, dos danos provocados pelo crime de corrupção praticado contra a referida empresa estatal”, afirmou Moro em seu despacho.

Após a ocupação foram divulgadas na internet imagens do triplex desmontando a versão de um apartamento luxuoso, que teria passado por reforma para o ex-presidente Lula, mais um indício que levanta dúvidas sobre a legalidade da condenação em que Lula foi acusado de ter recebido o imóvel como propina da OAS.

Inclusive, quando o Ministério Público Federal apresentou a denúncia, em setembro de 2016, o procurador Henrique Pozzobon admitiu que não havia "prova cabal" de que Lula era o proprietário do imóvel. Em janeiro deste ano a Justiça do Distrito Federal determinou a penhora dos bens da empreiteira, dentre eles o apartamento que a Operação Lava Jato atribuiu ser do ex-presidente Lula.

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