Boulos: economista-chefe do Itaú sugere enganar o povo nas eleições

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, criticou o economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, que, durante entrevista à Folha, disse que, "como é um tema visto como antipático pela população, não me surpreenderia se os candidatos fizessem um acordo tácito de não ficar falando" sobre a reforma da previdência; "Essa é a democracia de mercado...", disse Boulos

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, criticou o economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, que, durante entrevista à Folha, disse que, "como é um tema visto como antipático pela população, não me surpreenderia se os candidatos fizessem um acordo tácito de não ficar falando" sobre a reforma da previdência; "Essa é a democracia de mercado...", disse Boulos
O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, criticou o economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, que, durante entrevista à Folha, disse que, "como é um tema visto como antipático pela população, não me surpreenderia se os candidatos fizessem um acordo tácito de não ficar falando" sobre a reforma da previdência; "Essa é a democracia de mercado...", disse Boulos (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, criticou o economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, que, durante entrevista à Folha, disse que não pode faltar nos candidato à presidência da República o "compromisso com o ajuste e a Previdência". "Como é um tema visto como antipático pela população, não me surpreenderia se os candidatos fizessem um acordo tácito de não ficar falando sobre ela. Mas as equipes precisam ter compromisso com isso", disse Mesquista.

"Economista-chefe do Itaú diz que o ajuste e a Reforma da Previdência são "temas antipáticos" e sugere enganar o povo nas eleições: é melhor não falar sobre isso nas campanhas, mas fazer depois. Essa é a democracia de mercado...", disse Boulos no Twitter. O ativista também pode ser candidato à presidência da República pelo Psol.

Levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas apontou que nada menos que 66% dos brasileiros são contrários as mudanças nas regras da aposentadoria e dos benefícios sociais como deseja o governo. Segundo os dados, 62% da população considera a reforma desnecessária.

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