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Boulos: governo Bolsonaro esconde o entreguismo mais abjeto

"Indicado para presidente da Petrobrás por Bolsonaro, Roberto Castello Branco defendeu em artigo recente a privatização da empresa pública. A retórica de defesa da pátria esconde no projeto de Bolsonaro o entreguismo mais abjeto", afirmou o ex-presidenciável do Psol e atual coordenador nacional do MTST, Guilherme Boulos

Boulos: governo Bolsonaro esconde o entreguismo mais abjeto (Foto: Editora 247)

247 - O ex-presidenciável do Psol e atual coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, criticou o futuro governo de Jair Bolsonaro pela indicação de Roberto Castello Branco para assumir a presidência da Petrobrás.

"Indicado para presidente da Petrobrás por Bolsonaro, Roberto Castello Branco defendeu em artigo recente a privatização da empresa pública. A retórica de defesa da pátria esconde no projeto de Bolsonaro o entreguismo mais abjeto", escreveu Boulos no Twitter.

Em artigo publicado em junho no jornal Folha de S.Paulo, o economista afirmou que a greve dos caminhoneiros representava "mais uma razão para privatizar a Petrobras". Castello Branco disse que a principal razão para a crise que resultou na paralisação é o fato de o "comitê de uma única empresa, uma estatal dona de 99% do refino" ser a responsável por definir o preço dos combustíveis. 

"É inaceitável manter centenas de bilhões de dólares alocados a empresas estatais em atividades que podem ser desempenhadas pela iniciativa privada, enquanto o Estado não tem dinheiro para cumprir obrigações básicas, como saúde, educação e segurança pública, que até mesmo tiveram recursos cortados para financiar o subsídio ao diesel", escreveu Castello Branco.