Boulos ironiza fala de Temer sobre “ruptura democrática” na Venezuela

Coordenador do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, uma das principais vozes em nível nacional contrárias ao golpe contra Dilma Rousseff e à política socioeconômica do governo Michel Temer, ironizou o peemedebista pelo Twitter; "Temer falou em 'ruptura democrática' na Venezuela. Logo ele, que chegou ao poder pelas vias 'democráticas' de Eduardo Cunha", disse Boulos

Coordenador do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, uma das principais vozes em nível nacional contrárias ao golpe contra Dilma Rousseff e à política socioeconômica do governo Michel Temer, ironizou o peemedebista pelo Twitter; "Temer falou em 'ruptura democrática' na Venezuela. Logo ele, que chegou ao poder pelas vias 'democráticas' de Eduardo Cunha", disse Boulos
Coordenador do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, uma das principais vozes em nível nacional contrárias ao golpe contra Dilma Rousseff e à política socioeconômica do governo Michel Temer, ironizou o peemedebista pelo Twitter; "Temer falou em 'ruptura democrática' na Venezuela. Logo ele, que chegou ao poder pelas vias 'democráticas' de Eduardo Cunha", disse Boulos (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O ativista político e professor de filosofia Guilherme Boulos, uma das principais vozes em nível nacional contrárias ao golpe contra Dilma Rousseff e à política socioeconômica do governo Michel Temer, ironizou o peemedebista pelo Twitter.

"Temer falou em 'ruptura democrática' na Venezuela. Logo ele, que chegou ao poder pelas vias 'democráticas' de Eduardo Cunha", disse Boulos.

Na sessão da Cúpula do Mercosul, nesta sexta-feira (21), em Mendoza, na Argentina, Temer disse que os chanceleres do bloco reconheceram formalmente "a ruptura da ordem democrática" na Venezuela e os países integrantes do Mercosul não ficarão omissos com retrocessos.

Cunha, que está preso, pode fechar delação premiada, o que implodirá a gestão Temer, já denunciado por corrupção passiva pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Gravação de JBS, divulgada em maio, apontou Temer dando aval uma eventual compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha, a quem se associou para dar o golpe contra Dilma Rousseff, inocentada tanto pelo Ministério Público (MPDFT) como pela perícia do Senado.

 

 

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