Boulos: No caso Geddel sobram provas, mas falta convicção

O coordenador do MTST, Guilherme Boulos, faz paradoxo sobre o ex-presidente Lula, condenado por 'convicções', mas sem provas, e do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), a quem a Polícia Federal atribui o valor de R$ 51 milhões apreendidos ontem em malas e caixas de papelão num apartamento em Salvador; "No caso de Geddel e do PMDB sobram provas, mas ainda falta convicção...", compara Boulos

12/08/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Entrevista com Guilherme Boulos, coordenador nacional do MTST, no Demhab. Foto: Guilherme Santos/Sul21
12/08/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Entrevista com Guilherme Boulos, coordenador nacional do MTST, no Demhab. Foto: Guilherme Santos/Sul21 (Foto: Romulo Faro)

247 - O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, fez em seu perfil no Twitter um paradoxo sobre as situações do ex-presidente Lula, condenado por 'convicções' do Ministério Público, mas sem provas concretas, e do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), a quem a Polícia Federal atribui o valor de R$ 51 milhões apreendidos ontem em malas e caixas de papelão num apartamento em Salvador.

"No caso de Geddel e do PMDB sobram provas, mas ainda falta convicção...", compara Boulos.

Geddel cumpre prisão domiciliar num apartamento que ocupa um andar inteiro dum prédio de luxo no bairro da Barra, área nobre de Salvador. Detalhe é que ele não é monitorado, porque a Secretaria de Segurança da Bahia não tem tornozeleira eletrônica.

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