Boulos: ‘vamos exigir Justiça por Marielle, liberdade de Lula e denunciar o fascismo’

O coordenador nacional do MTST e presidenciável pelo Psol, Guilherme Boulos, confirmou que estará "no Primeiro de Maio em Curitiba, numa mobilização nacional por direitos e democracia". "Levaremos a exigência de justiça por Marielle, da liberdade de Lula e a denúncia da violência fascista. Dia 1 Curitiba será o centro da resistência", disse

O coordenador nacional do MTST e presidenciável pelo Psol, Guilherme Boulos, confirmou que estará "no Primeiro de Maio em Curitiba, numa mobilização nacional por direitos e democracia". "Levaremos a exigência de justiça por Marielle, da liberdade de Lula e a denúncia da violência fascista. Dia 1 Curitiba será o centro da resistência", disse
O coordenador nacional do MTST e presidenciável pelo Psol, Guilherme Boulos, confirmou que estará "no Primeiro de Maio em Curitiba, numa mobilização nacional por direitos e democracia". "Levaremos a exigência de justiça por Marielle, da liberdade de Lula e a denúncia da violência fascista. Dia 1 Curitiba será o centro da resistência", disse (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e presidenciável pelo Psol, Guilherme Boulos, confirmou que estará "no Primeiro de Maio em Curitiba, numa mobilização nacional por direitos e democracia". "Levaremos a exigência de justiça por Marielle, da liberdade de Lula e a denúncia da violência fascista. Dia 1 Curitiba será o centro da resistência", escreveu ele em sua conta no Twitter.

A ex-vereadora do Rio Marielle Franco (Psol) foi assassinada no mês passado. A suspeita é que crime tenha sido encomendado. Marielle também era ativista de direitos humanos e vinha denunciando a truculência policial contra as populações marginalizadas. 

Os bandidos mataram a ex-parlamentar em um sem câmeras. Outro detalhe é que as balas de calibre 9 mm encontradas ao lado dos corpos são do lote UZZ-18, vendido à PF de Brasília em 2006. Os bandidos também perseguiram a parlamentar por cerca de quatro quilômetros e atiraram a cerca de 2 metros de distância.

No caso do ex-presidente Lula, citado por Boulos na rede social, o "cacique" do PT foi condenado sem provas. Imagens divulgadas na internet este mês mostram o apartamento sem a reforma, que, segundo a acusação, teria sido feita para o ex-presidente. Em março de 2016, quando o Ministério Público Federal (MPF) apresentou a denúncia, o procurador Henrique Pozzobon admitiu que não havia "prova cabal" de que Lula era o proprietário do imóvel.

Sobre a "violência fascista", mencionada por Boulos, vale ressaltar que, além do homicídio de Marielle, apoiares do ex-presidente Lula já foram alvos de tiros duas vezes. Primeiro, em março, quando dois ônibus da caravana foram alvejados entre Quedas do Iguaçu, no oeste do Paranpa, e Laranjeiras do Sul, na região central do estado. O outro caso ocorreu na madrugada deste sábado (28), quando rapazes efetuaram disparos contra o Acampamento Marisa Letícia, em Curitiba (PR).

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