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Cardozo: 'se tivesse o STF no bolso, Dilma ainda seria presidente'

Ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse a advogados que os delatores da Lava jato, Joesley Batista e Ricardo Saud, do grupo JBS, teriam tentado uma armação para colocá-lo na cadeia; "Queriam me dar um flagrante e por na cadeia", teria dito Cardoso a amigos. Nas novas gravações da JBS, Joesley e Saud conversaram sobre um plano para utilizar a influência de Cardozo junto ao STF para implicar ministros da Corte em irregularidades e obter vantagens; "Se tivesse ministros do Supremo no bolso, a presidente Dilma (Dilma Rousseff) ainda estaria no cargo", teria dito o ex-ministro

Ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse a advogados que os delatores da Lava jato, Joesley Batista e Ricardo Saud, do grupo JBS, teriam tentado uma armação para colocá-lo na cadeia; "Queriam me dar um flagrante e por na cadeia", teria dito Cardoso a amigos. Nas novas gravações da JBS, Joesley e Saud conversaram sobre um plano para utilizar a influência de Cardozo junto ao STF para implicar ministros da Corte em irregularidades e obter vantagens; "Se tivesse ministros do Supremo no bolso, a presidente Dilma (Dilma Rousseff) ainda estaria no cargo", teria dito o ex-ministro (Foto: Paulo Emílio)

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247 - O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse a advogados que os delatores da Lava jato, Joesley Batista e Ricardo Saud, do grupo JBS, teriam tentado uma armação para colocá-lo na cadeia. "Queriam me dar um flagrante e por na cadeia", teria dito Cardoso a amigos. Nas novas gravações da JBS, Joesley e Saud conversaram sobre um plano para utilizar a influência de Cardozo junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para implicar ministros da Corte em irregularidades. "Se tivesse ministros do Supremo no bolso, a presidente Dilma (Rousseff) ainda estaria no cargo", teria dito Cardozo. Ele foi responsável pela defesa de Dilma Rousseff no processo que resultou no impeachment da presidente.

Segundo interlocutores, Cardozo teria sido procurado uma única vez por Joesley e Saud. Na ocasião eles teriam tentando contratar os serviços do seu escritório de advocacia por R$ 1 milhão. "Se tivesse aceito estaria preso", teria dito o ex-ministro a um amigo, segundo matéria publicada pelo jornal O Estado de São Paulo.

Cardozo também teria comentado que incialmente não teria desconfiado do assédio feito pelos executivos da JBS, percebendo apenas posteriormente que o objetivo de Joesley e Saud era incriminá-lo. A partir daí, os delatores teriam acesso a ministros do STF com quem Cardozo mantém algum tipo de relação e, assim, conseguir vantagens junto a Corte. A armação seria de conhecimento de Rodrigo Miller, ex-auxiliar do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

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