Carvalhosa: Padilha declarou guerra à Lava Jato

Jurista Modesto Carvalhosa cobra reação à conspiração do PMDB contra a Lava Jato: ‘a advertência do portentoso Padilha é explícita: a Lava Jato deve ser encerrada, sob pena – pasmem, mais uma vez – de ocorrer um vácuo de poder. O raciocínio é típico dos malfeitores que dominam a nossa vida política. Essa campanha desabusada demanda uma reação urgente, uma mobilização ampla da cidadania brasileira’

Jurista Modesto Carvalhosa cobra reação à conspiração do PMDB contra a Lava Jato: ‘a advertência do portentoso Padilha é explícita: a Lava Jato deve ser encerrada, sob pena – pasmem, mais uma vez – de ocorrer um vácuo de poder. O raciocínio é típico dos malfeitores que dominam a nossa vida política. Essa campanha desabusada demanda uma reação urgente, uma mobilização ampla da cidadania brasileira’
Jurista Modesto Carvalhosa cobra reação à conspiração do PMDB contra a Lava Jato: ‘a advertência do portentoso Padilha é explícita: a Lava Jato deve ser encerrada, sob pena – pasmem, mais uma vez – de ocorrer um vácuo de poder. O raciocínio é típico dos malfeitores que dominam a nossa vida política. Essa campanha desabusada demanda uma reação urgente, uma mobilização ampla da cidadania brasileira’ (Foto: Roberta Namour)

247 – O jurista Modesto Carvalhosa afirma que Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil de Michel Temer, declarou guerra à Lava Jato e cobra reação à conspiração do PMDB:

“A advertência do portentoso Padilha é explícita: a Lava Jato deve ser encerrada, sob pena – pasmem, mais uma vez – de ocorrer um vácuo de poder. O raciocínio é típico dos malfeitores que dominam a nossa vida política. Se nós, corruptos – que formamos a maioria do Congresso –, formos condenados, não haverá mais República, pois nós somos a dita cuja! Somos insubstituíveis! A Operação Lava Jato, pois, quer destruir a República e assumir, ela própria, o poder”, ironiza.

“Por isso os políticos corruptos clamam por uma medida de força que leve à substituição do poder da lei pelo poder do crime. Essa campanha desabusada demanda uma reação urgente, uma mobilização ampla da cidadania brasileira para impedir que se perca o principal patrimônio institucional e moral que resultou da corrupção sistêmica do lulopetismo: a nossa Operação Lava Jato, reconhecida no mundo todo e que, diariamente, resgata a nossa dignidade de brasileiros. Pelo visto, precisamos voltar às ruas, e muito breve”, afirma (leia aqui).

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