Cearense não tem favorito ao Governo e ao Senado

Pesquisa Ibope aponta índice de 69% de indecisos para a sucessão no governo do Ceará; para vaga no Senado, a indefinição é ainda maior: 77% dos pesquisados não sabem ou preferiram não responder e outros 17% afirmaram que votariam branco ou nulo; o ex-governador Tasso Jereissati, o governador Cid Gomes e o senador Eunício Oliveira terão muito trabalho pela frente

Cearense não tem favorito ao Governo e ao Senado
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247 - O jogo está aberto para as eleições do próximo ano no Ceará, como mostra texto do blogueiro Edvaldo Araújo baseado em pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira. Leia:

IBOPE confirma: o cearense não tem candidato favorito nem ao Governo nem ao Senado

A pesquisa divulgada agora a tarde pelo IBOPE demonstra o que já se percebia nas ruas: quem quiser ganhar esta eleição terá muito trabalho pela frente. Na pergunta espontânea sobressai-se o índice de 69% de indecisos. Acrescenta-se a isso o fato de nenhum dos nomes citados consegue sair do 1%, o que significa o completo esvaziamento de lideranças políticas no Estado. Para vaga no Senado, esta indefinição é ainda maior: 77% dos pesquisados não sabem ou preferiram não responder e outros 17% afirmaram que votariam branco ou nulo.

Nem mesmo os índices conseguidos por Tasso Jereissati na pesquisa estimulada (que fica entre 45 e 51%) podem ser, nem momento, apontados com euforia. É que o ex-senador e ex-governador parece ainda se retroalimentar da imagem construída ao longo da vida pública com três mandatos de governador e um de senador. Apenas 4% afirmaram que não o conheciam o suficiente para opinar sobre uma possível candidatura do tucano. Para Eunício, a taxa de desconhecimento chega 24%. Os demais ficam na faixa de 60 a 66%.

Por outro lado, a pesquisa demonstra ainda um grau de liderança do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma e do governador Cid Gomes.

Portanto, conforme o IBOPE, muita água ainda há de rolar por baixo desta ponte. O resto é observar a conjuntura política que não anda nada boa para os políticos brasileiros e lembrar que em junho do próximo ano teremos Copa do Mundo e que a euforia das manifestações e a vitória ou derrota da seleção podem criar um clima de pessimismo ainda maior. Sem falar da Economia até lá.

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