Cidadania não cumpre cota feminina em Goiás e juiz anula vitória de vereador

Uma candidata a vereadora do Cidadania desistiu de concorrer nas eleições e, com isso, o partido reduziu a participação de mulheres na disputa. De acordo com a ação, o ato resultou na queda de 30% (mínimo obrigatório) para 28,8%

(Foto: Reprodução)
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247 - O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) decidiu anular os votos recebidos pelo Cidadania nas últimas eleições sob argumento de que a sigla não respeitou a cota mínima de 30% de candidatura de mulheres. Como isso, o vereador eleito por Goiânia, Marlon dos Santos Teixeira, não poderá assumir a cadeira na Câmara Municipal. A decisão cabe recurso.

De acordo com o site Metrópoles, o tribunal atendeu a uma representação do Republicanos, que denunciou a possível irregularidade da legenda adversária, o que beneficia diretamente um candidato da legenda, caso a sentença ser mantida.

Uma candidata a vereadora do Cidadania desistiu de concorrer nas eleições e, com isso, o partido reduziu a participação de mulheres na disputa. De acordo com a ação, o ato resultou na queda de 30% (mínimo obrigatório) para 28,8%.

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