Cigarro pode ter causado explosão no Rio
Depoimento de jornaleiro que vendeu um mao a funcionrio informou polcia sobre a possibilidade; dono do restaurante Fil Carioca, que funcionava irregularmente, e chefe de cozinha so suspeitos; trs pessoas morreram
A Polícia Civil ouvirá amanhã, 15, o depoimento de Jorge Amaral, gerente do Restaurante Filé Carioca, que explodiu ontem no centro do Rio. Amaral é irmão do proprietário do estabelecimento Carlos Rogério Amaral, que também deverá prestar depoimento amanhã.
O delegado Antônio Bonfim, responsável pelas investigações, quer ouvir Jorge Amaral para investigar a possibilidade de a explosão ter sido provocada por um cigarro aceso pelo chefe de cozinha do estabelecimento, Severino Antonio Tavares, um dos três mortos no acidente.
Segundo o depoimento do jornaleiro Jorge Luiz Rosa, outra pessoa pode ter acendido um cigarro. O jornaleiro informou à polícia que momentos antes da explosão um funcionário chamado Roberto comprou cigarro na sua banca, segundo informações da Agência Brasil. A polícia também quer saber de Amaral quem foi o funcionário que abriu o restaurante na manhã de ontem.
