CNJ diz que 65% dos presídios não têm bloqueadores de celular

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelam que 65% das unidades prisionais do Brasil não têm têm detectores de metais nem aparelhos para o bloquear o sinal de celulares, itens considerados básicos na segurança interna dos presídios; esse é o caso por exemplo, do Complexo Penitenciário Anísio Jobim, no Amazonas, onde 56 detentos foram mortos na segunda-feira (2) numa guerra entre de facções; o Geopresídios sistema do CNJ, tem até então dados de mais de 2,7 mil unidades prisionais; juntas, elas mantêm mais de 644 mil detentos nos 26 estados e no Distrito Federal

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelam que 65% das unidades prisionais do Brasil não têm têm detectores de metais nem aparelhos para o bloquear o sinal de celulares, itens considerados básicos na segurança interna dos presídios; esse é o caso por exemplo, do Complexo Penitenciário Anísio Jobim, no Amazonas, onde 56 detentos foram mortos na segunda-feira (2) numa guerra entre de facções; o Geopresídios sistema do CNJ, tem até então dados de mais de 2,7 mil unidades prisionais; juntas, elas mantêm mais de 644 mil detentos nos 26 estados e no Distrito Federal
Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelam que 65% das unidades prisionais do Brasil não têm têm detectores de metais nem aparelhos para o bloquear o sinal de celulares, itens considerados básicos na segurança interna dos presídios; esse é o caso por exemplo, do Complexo Penitenciário Anísio Jobim, no Amazonas, onde 56 detentos foram mortos na segunda-feira (2) numa guerra entre de facções; o Geopresídios sistema do CNJ, tem até então dados de mais de 2,7 mil unidades prisionais; juntas, elas mantêm mais de 644 mil detentos nos 26 estados e no Distrito Federal (Foto: Romulo Faro)
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247 - Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelam que 65% das unidades prisionais do Brasil não têm  têm detectores de metais nem aparelhos para o bloquear o sinal de celulares, itens considerados básicos na segurança interna dos presídios. Esse é o caso por exemplo, do Complexo Penitenciário Anísio Jobim, no Amazonas, onde 56 detentos foram mortos na segunda-feira (2) numa guerra entre de facções.

Apenas seis das 72 unidades prisionais do estado incluídas no mapeamento do CNJ têm detectores de metal e bloqueadores de celular. O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse na terça-feira (4) que mais de 3 mil scanners serão instalados nos presídios brasileiros, a partir do lançamento do Plano Nacional de Segurança Pública.

Os dados do CNJ fazem parte do sistema Geopresídios, que reúne informações sobre as unidades prisionais de todo o país (delegacias, presídios e casas de custódia). Lançado em 2007, o sistema é abastecido com dados repassados por juízes de Execução Criminal, que fazem inspeções nas unidades sob sua jurisdição.

O Geopresídios tem até então dados de mais de 2,7 mil unidades prisionais. Juntas, elas mantêm mais de 644 mil detentos nos 26 estados e no Distrito Federal, considerando unidades estaduais e federais. Ainda segundo os dados do CNJ, faltam atualmente 250 mil vagas nos presídios brasileiros.

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