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“Confio na Justiça, estou com a consciência tranqüila”

Jogador disse a frase ao ser preso; advogado d entrada em pedido de habeas corpus; "priso foi irregular", afirma Arthur Lavigne Jnior

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247 _ O delegado Eduardo Castanheira, autor da prisão do ex-jogador Edmundo, afirmou na manhã desta quinta-feira que a ação foi “surpreendentemente tranquila”. A partir de uma denúncia anônima, o delegado se dirigiu com sua equipe ao flat na rua Amauri e informou a um segurança que lá estava com um mandado de prisão para o também comentarista de futebol da Rede Bandeirantes. Acompanhado pelo funcionário do hotel, Castanheira subiu ao apartamento no quarto andar. O segurança tocou a campainha e Edmundo abriu a porta, com tranqüilidade. “Foi tudo feito de maneira consensual”, contou Castanheira. “Cumprimos a regra constitucional para que ele desse um telefonema para a família e outro para o advogado. Permiti que ele tomasse um banho”, completou. O delegado contou que Edmundo estava tranqüilo. “Confio na Justiça, estou com a consciência tranquila”, disse o ex-jogador ao policial. Depois do banho, foi levado para a cela de trânsito da 3° Delegacia Seccional de Pinheiros. “A polícia de São Paulo cumpriu todos os trâmites formais para executar a prisão”, sublinhou o delegado. “Fizemos tratativas com a polícia do Rio de Janeiro e, agora, estamos à espera da chegada deles para levá-lo”, continuou, em entrevista concedida na manhã de hoje.

HABEAS CORPUS _ O advogado do ex-jogador e comentarista esportivo Edmundo, Arthur Lavigne Júnior, disse que ingressou no início da tarde desta quinta-feira com o pedido de habeas-corpus em favor do cliente, no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). Lavigne está na capital fluminense e aguarda a transferência do ex-atleta, preso nesta madrugada em São Paulo.

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Policiais da Polinter, a divisão de capturas da Polícia Civil, deixaram o Rio às 9 horas desta quinta-feira, em dois carros, com a intenção de levar o ex-jogador para a capital carioca. Ele será levado ao complexo penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio.

O advogado mantém o argumento de que o crime está prescrito e, portanto, a punição deve ser extinta. Segundo ele, o prazo para a prescrição é de oito anos, a partir da data de condenação (março de 1999), e não de 12 anos, "como entendeu o juiz da Vara de Execuções Penais (VEP)".

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Lavigne disse que conversou com Edmundo na manhã desta quinta-feira e que o ex-jogador está "bem, tranquilo e confiante de que será libertado". O advogado havia anunciado que entraria com o pedido de habeas-corpus na terça-feira, dia em que o mandado de prisão foi expedido pela VEP. Segundo ele, o pedido de liberdade foi feito nesta quinta-feira porque somente teve acesso à decisão às 18 horas de quarta-feira. "Perdemos um dia", lamentou.

 

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