Controladoria mapeia patrimônio ‘incompatível’ do ex-governador do Amazonas

A  Controladoria-Geral da União no Amazonas concluiu, por meio de nota técnica, que que o governador cassado do Amazonas José Melo (PROS) e sua mulher, Edilene de Oliveira, apresentam "movimentações financeiras suspeitas" e "patrimônio incompatível" com suas rendas oficiais; os dois foram presos pela Polícia Federal em desdobramento da Operação Maus Caminhos, que investiga desvios milionários do setor de Saúde do Amazonas; Ainda de acordo com a nota, uma empresa com mais de R$ 18 milhões em contratos com o estado pagou R$ 3 milhões a Melo "por uma lancha que não constava em sua relação de bens da campanha eleitoral de 2014"

A  Controladoria-Geral da União no Amazonas concluiu, por meio de nota técnica, que que o governador cassado do Amazonas José Melo (PROS) e sua mulher, Edilene de Oliveira, apresentam "movimentações financeiras suspeitas" e "patrimônio incompatível" com suas rendas oficiais; os dois foram presos pela Polícia Federal em desdobramento da Operação Maus Caminhos, que investiga desvios milionários do setor de Saúde do Amazonas; Ainda de acordo com a nota, uma empresa com mais de R$ 18 milhões em contratos com o estado pagou R$ 3 milhões a Melo "por uma lancha que não constava em sua relação de bens da campanha eleitoral de 2014"
A  Controladoria-Geral da União no Amazonas concluiu, por meio de nota técnica, que que o governador cassado do Amazonas José Melo (PROS) e sua mulher, Edilene de Oliveira, apresentam "movimentações financeiras suspeitas" e "patrimônio incompatível" com suas rendas oficiais; os dois foram presos pela Polícia Federal em desdobramento da Operação Maus Caminhos, que investiga desvios milionários do setor de Saúde do Amazonas; Ainda de acordo com a nota, uma empresa com mais de R$ 18 milhões em contratos com o estado pagou R$ 3 milhões a Melo "por uma lancha que não constava em sua relação de bens da campanha eleitoral de 2014" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A  Controladoria-Geral da União no Amazonas concluiu, por meio de nota técnica, que que o governador cassado do Amazonas José Melo (PROS) e sua mulher, Edilene de Oliveira, apresentam "movimentações financeiras suspeitas" e "patrimônio incompatível" com suas rendas oficiais. Os dois foram presos pela Polícia Federal em desdobramento da Operação Maus Caminhos, que investiga desvios milionários do setor de Saúde do Amazonas.

Ainda de acordo com a nota assinada pelo auditor federal Ulysses Mendonça, uma empresa com mais de R$ 18 milhões em contratos com o estado pagou R$ 3 milhões a Melo "por uma lancha que não constava em sua relação de bens da campanha eleitoral de 2014".

"O crescimento patrimonial experimentado por José Melo em apenas 3 anos (período em que esteve como governador do Amazonas) chamou tanta atenção que a mídia chegou até a publicar notícias sobre a compra de uma mansão no valor de R$ 7 milhões", assinala a nota.

A CGU sinalizou, ainda, a existência de um sítio da família da mulher de Melo que teria sido beneficiado e cuja estrada de acesso é a única da região que foi asfaltada. O investimento teria sido de R$ 8 milhões. Os relatos foram publicados no Blog do Fausto Macedo.

Quando José Melo e a mulher foram presos, o advogado do casal, Cavalcanti Junior, negou o cometimento de crimes pelos seus clientes. 

Vale ressaltar, ainda, que a mulher de Melo, Edilene, é suspeita de destruição de provas, após ter sido flagrada pelas câmeras de segurança de uma empresa de locação de boxes retirando caixas.

De acordo com o defensor, “a prisão preventiva foi decretada com base em informações parciais de fatos confirmados pela sra Edileme Melo e por suposições sem qualquer base fática comprovada”.

“É fato que a sra Edilene Melo esteve em empresa local de ‘guarda volumes’ dois dias após as ordens de busca e apreensões, entretanto esteve no local para fazer novas chaves para ter acesso à cera de depilação, material necessário ao funcionamento de sua empresa. Foram retirados do local 5 caixas de cera conforme já circula em imagens de cameras da própria empresa divulgadas na imprensa local.”

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