Cotado por Temer para a Justiça já criticou Lava Jato

Advogado criminalista Antonio Claudio Mariz de Oliveira, amigo próximo do vice-presidente Michel Temer e cotado para assumir o ministério da Justiça em um eventual governo do PMDB se posicionou contra a Operação Lava Jato; Mariz, juntamente com mais de cem outros advogados, assinou há cerca de quatro meses um manifesto que comparava a Lava Jato a "uma espécie de inquisição", que pratica "violações de regras mínimas para um justo processo''; ele  também atuou na defesa do executivo da empreiteira Camargo Corrêa Eduardo Leite, um dos investigados pela Lava Jato

Advogado criminalista Antonio Claudio Mariz de Oliveira, amigo próximo do vice-presidente Michel Temer e cotado para assumir o ministério da Justiça em um eventual governo do PMDB se posicionou contra a Operação Lava Jato; Mariz, juntamente com mais de cem outros advogados, assinou há cerca de quatro meses um manifesto que comparava a Lava Jato a "uma espécie de inquisição", que pratica "violações de regras mínimas para um justo processo''; ele  também atuou na defesa do executivo da empreiteira Camargo Corrêa Eduardo Leite, um dos investigados pela Lava Jato
Advogado criminalista Antonio Claudio Mariz de Oliveira, amigo próximo do vice-presidente Michel Temer e cotado para assumir o ministério da Justiça em um eventual governo do PMDB se posicionou contra a Operação Lava Jato; Mariz, juntamente com mais de cem outros advogados, assinou há cerca de quatro meses um manifesto que comparava a Lava Jato a "uma espécie de inquisição", que pratica "violações de regras mínimas para um justo processo''; ele  também atuou na defesa do executivo da empreiteira Camargo Corrêa Eduardo Leite, um dos investigados pela Lava Jato (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O advogado criminalista Antonio Claudio Mariz de Oliveira, amigo próximo do vice-presidente Michel Temer e cotado para assumir o Ministério da Justiça em um eventual governo do PMDB se posicionou contra a Operação Lava Jato há cerca de quatro meses. Mariz e outros cem outros advogados assinaram um manifesto que comparava a Lava Jato a "uma espécie de inquisição", que pratica "violações de regras mínimas para um justo processo'' e onde desrespeitam-se princípios elementares do Direito, como o direito de defesa, a presunção de inocência e a garantia da imparcialidade.

O texto assinado pelo advogado também diz ser excessivo o volume de prisões provisórias decretadas pela Justiça, além de fazer críticas a atuação da imprensa, aos vazamentos seletivos de trechos dos depoimentos dos detidos, da violação das prerrogativas dos advogados e da exposição pública dos acusados

"No plano do desrespeito a direitos e garantias fundamentais dos acusados, a Lava Jato já ocupa um lugar de destaque na história do país", diz o texto do manifesto. "Nunca houve um caso penal em que as violações às regras mínimas para um justo processo estejam ocorrendo em relação a um número tão grande de réus e de forma tão sistemática", destaca em seguida o documento.

Mariz também atuou na defesa do executivo da empreiteira Camargo Corrêa Eduardo Leite, um dos investigados pela Lava Jato.

 

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