Crise política força base governista a repensar reforma da Previdência

A intenção, agora, é aprovar apenas o aumento da idade mínima, ponto considerado fundamental pela equipe econômica; as demais alterações seriam discutidas somente em 2019, após a eleição presidencial de 2018; outra possibilidade seria aprovar uma espécie de minirreforma, que seria validada por meio de Medida Provisória ou projeto de lei, evitando a votação em plenário pela Câmara, onde Temer não tem votos suficientes para aprovar a reforma completa

A intenção, agora, é aprovar apenas o aumento da idade mínima, ponto considerado fundamental pela equipe econômica; as demais alterações seriam discutidas somente em 2019, após a eleição presidencial de 2018; outra possibilidade seria aprovar uma espécie de minirreforma, que seria validada por meio de Medida Provisória ou projeto de lei, evitando a votação em plenário pela Câmara, onde Temer não tem votos suficientes para aprovar a reforma completa
A intenção, agora, é aprovar apenas o aumento da idade mínima, ponto considerado fundamental pela equipe econômica; as demais alterações seriam discutidas somente em 2019, após a eleição presidencial de 2018; outra possibilidade seria aprovar uma espécie de minirreforma, que seria validada por meio de Medida Provisória ou projeto de lei, evitando a votação em plenário pela Câmara, onde Temer não tem votos suficientes para aprovar a reforma completa (Foto: Paulo Emílio)

247 - O aprofundamento da crise política fez com que os partidos da base governista começassem a pensar em aprovar uma reforma da Previdência mais enxuta que a presentada originalmente pelo governo Michel Temer.

A intenção, agora, é aprovar apenas o aumento da idade mínima, ponto considerado fundamental pela equipe econômica. As demais alterações seriam discutidas somente em 2019, após a eleição presidencial de 2018. Uma outra possibilidade seria aprovar uma espécie de minirreforma, que seria validada por meio de Medida Provisória ou projeto de lei, evitando a votação em plenário pela Câmara, onde seriam precisos 308 votos para aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) e que o governo sabe que ainda não tem.

"É hora de transparência, de reconhecer que o momento é delicado e que isso impacta na votação das reformas. É preciso, sim, fazer uma avaliação do cenário, para entender o que tem condição de ser aprovado agora, deixando o desafio maior para o próximo governo eleito", disse o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), ao jornal O Estado de São Paulo.

"Se o clima estiver muito pesado, podemos pensar em aprovar uma reforma deixando só a idade mínima. Para dar algum sinal ao mercado", ressaltou o líder do PSD, Marcos Montes (MG). "Temos de aprovar minimamente a idade mínima", defendeu a líder do PSB, Tereza Cristina (MS).
Atém mesmo o PSDB, um dos principiais partidos da base aliada admite que será aprovar a reforma previdenciária da maneira desejada pelo governo Temer.

 

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