Criticado por Gilmar, ex-procurador pede que ele deixe de relatar habeas corpus

Após ser alvo de críticas constantes do ministro do STF Gilmar Mendes, o ex-procurador da República Marcello Miller pediu que ele seja substituído como relator do habeas corpus que apresentou à Corte para ter o direito de ficar em silêncio na CPI da JBS; Gilmar foi escolhido para ser o relator do caso por meio de um sorteio, e Miller espera que o ministro Dias Toffoli, que já impediu a convocação do procurador Eduardo Pelella pela CPI, seja escolhido como relator; depoimento do ex-procurador está marcado para o próximo dia 29

alta resolucao BELO HORIZONTE MG 14/09/2016 POLITICA - PGR MARCELLO MILLER Procurador Marcelo Paranhos de Oliveira Miller participa do Painel I - caso Lava Jato e as mudanças de paradigma na investigação criminal no Brasil Fotos: Alex Lanza / MPMG
alta resolucao BELO HORIZONTE MG 14/09/2016 POLITICA - PGR MARCELLO MILLER Procurador Marcelo Paranhos de Oliveira Miller participa do Painel I - caso Lava Jato e as mudanças de paradigma na investigação criminal no Brasil Fotos: Alex Lanza / MPMG (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Após ser alvo de críticas constantes do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, o ex-procurador da República Marcello Miller pediu que ele seja substituído como relator do habeas corpus que apresentou ao STF para ter o direito de ficar em silêncio na CPI da JBS. Gilmar foi escolhido para ser o relator do caso por meio de um sorteio, e Miller espera que o ministro Dias Toffoli, que já impediu a convocação do procurador Eduardo Pelella pela CPI, seja escolhido como relator do habeas corpus. O depoimento do ex-procurador está marcado para o próximo dia 29.

Miller argumenta que o caso deve ser encaminhado para um relator que já trata de processos semelhantes, o que seria o caso de Toffoli. Ele também pede a suspeição de Gilmar Mendes em função das críticas desferidas pelo ministro contra ele.

Miller é acusado de ter ajudado executivos da JBS a formarem os termos do acordo de delação premiada junto ao MPF. Miller alega que começou a trabalhar para a JBS após ter deixado o Ministério Público.

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