CUT: somos contra ajustes, mas não apoiamos golpismo

Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, afirma que as manifestações marcadas para o dia 13 de março não serão ato pró-Dilma: "Estamos preocupados com as medidas econômicas do governo. Somos contra as medidas de ajuste fiscal, mas não engrossamos nenhum tipo de golpismo", disse o dirigente

CUT 30 anos - Seminário Internacional: “O Movimento Sindical e os Desafios Globais” . Período da manhã, Hotel Palm Leaf  Avenida Nações Unidas, 1.501 - Chácara Inglesa – São Bernardo do Campo, SP, 28 de agosto de 2013. Foto: Roberto Parizotti.
CUT 30 anos - Seminário Internacional: “O Movimento Sindical e os Desafios Globais” . Período da manhã, Hotel Palm Leaf Avenida Nações Unidas, 1.501 - Chácara Inglesa – São Bernardo do Campo, SP, 28 de agosto de 2013. Foto: Roberto Parizotti. (Foto: Roberta Namour)

247 - O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, garante que as manifestações marcadas para o dia 13 de março não serão ato pró-Dilma. "Estamos preocupados com as medidas econômicas do governo. Somos contra as medidas de ajuste fiscal, mas não engrossamos nenhum tipo de golpismo", afirmou em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’.

Um grupo de 15 instituições de movimentos sociais e centrais sindicais estão convocando um protesto que promete parar a avenida Paulista, no centro de São Paulo.

Na pauta das revindicações do grupo estão a revogação das Medidas Provisórias 664 e 665 da presidente Dilma Rousseff, que restringem o acesso a direitos trabalhistas e previdenciários, a defesa da Petrobras e o andamento da Reforma Política.

"Para combater a corrupção entre dirigentes empresariais e políticos, temos de fazer a Reforma Política e acabar de uma vez por todas com o financiamento empresarial das campanhas eleitorais. A democracia deve representar o Povo. Não cabe às grandes empresas e as corporações aliciar candidatos e políticos para que sirvam como representantes de seus interesses empresariais em detrimento das necessidades do povo", diz o manifesto divulgado à imprensa (leia mais).

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