"Dallagnol agiu como déspota e deve ser afastado", defende Robinson Almeida

O deputado estadual Robinson Almeida (PT-BA) disse que os novos trechos de mensagens da Vaza Jato reforçam a necessidade do afastamento de Deltan Dallagnol; para o parlamentar. o procurador "desonra o Ministério Público" e agiu como "déspota"

Robinson Almeida
Robinson Almeida (Foto: Romulo Faro)
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247 - O deputado estadual Robinson Almeida (PT-BA) disse que os novos trechos de mensagens da Vaza Jato reforçam a necessidade do afastamento imediato do procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato.

Reportagem do site The Intercept em parceria com a Folha de São Paulo revelaram que Deltan fez um plano de negócios de eventos e palestras para lucrar com a fama e contatos obtidos durante as investigações relacionadas a operação.

Para o parlamentar, Dallagnol "desonra o Ministério Público" e agiu como "déspota".

"As novas revelações das mensagens entre Deltan e seus colegas da Lava Jato comprovam a falta de decoro do procurador chefe da operação. Lucrar com a fama é uma desonra com o sistema de justiça. Deltan agiu como um déspota esclarecido ao planejar a burlar as regras do serviço público em benefício próprio", afirmou Robinson. "Pra não correr o risco de completa desmoralização, o Conselho Nacional do Ministério Público deveria afastar imediatamente Deltan Dallagnol de suas funções e abrir procedimento de correição", enfatizou o deputado.

A legislação brasileira proíbe que procuradores gerenciem empresas e permite que essas autoridades apenas sejam sócios ou acionistas de companhias.

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