De olho no Planalto, Maia fala em aumento de impostos para fechar as contas

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que não irá colocar objeções a um possível aumento de impostos para alcançar a meta fiscal; Maia, primeiro na linha de sucessão presidencial caso Michel Temer venha a ser afastado, disse, ainda, que irá trabalhar de forma conjunta com o ministro da Fazenda Henrique Meirelles para auxiliar o governo a fechar este exercício com um déficit máximo de R$ 139 bilhões; "Não sou favorável à alta de impostos. Mas consultei vários economistas e ninguém me deu outra solução. Se não aprovar o que tem de ser aprovado, não há outro caminho que não seja aumento de imposto", afirmou

Rodrigo Maia concede entrevista ao lado de Júlio Borges, Presidente da Assembléia Nacional da Venezuela Data: 08/02/2017
Rodrigo Maia concede entrevista ao lado de Júlio Borges, Presidente da Assembléia Nacional da Venezuela Data: 08/02/2017 (Foto: Paulo Emílio)

247 - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) disse que não irá colocar objeções a um possível aumento de impostos para alcançar a meta fiscal. Maia, primeiro na linha de sucessão presidencial caso Michel Temer venha a ser afastado em razão da denúncia de corrupção passiva feita contra pela Procuradoria Geral da República (PGR), disse, ainda, que irá trabalhar de forma conjunta com o ministro da Fazenda Henrique Meirelles para auxiliar o governo a fechar este exercício com um déficit máximo de R$ 139 bilhões.

"Consultei vários economistas e ninguém me deu outra solução. "Não sou favorável à alta de impostos. Mas consultei vários economistas e ninguém me deu outra solução. Se não aprovar o que tem de ser aprovado, não há outro caminho que não seja aumento de imposto. Tudo que o governo propôs os economistas que entendem de contas públicas propuseram. O governo foi até o limite, agora tem de ver se vai aprovar ou não", afirmou o democrata em entrevista ao jornal o Estado de São Paulo.

Na entrevista, Maia voltou a dizer que a reforma da Previdência deverá ir à votação pela Câmara em agosto sob risco de não ser mais votada posteriormente. Ele também disse que a Medida Provisória que altera pontos considerados polêmicos da reforma trabalhista, como o imposto sindical e a jornada intermitente, será derrotada.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247