Brasil

Defesa ameaça pedir suspensão de delação de Youssef

Advogado do doleiro Alberto Youssef, Antonio Figueiredo Basto estuda pedir a suspensão do acordo de colaboração premiada firmado entre seu cliente e o Ministério Público, depois que um policial federal disse à CPI da Petrobras que instalou uma escuta na cela de Youssef; Figueiredo Basto adiantou que solicitará à CPI acesso aos depoimentos do agente Dalmey Fernando Werlang e do delegado José Alberto Freitas Iegas. Ambos foram ouvidos em sessão fechada, nesta quinta (2); "Se isso for confirmado, se for verdade, vou pedir a suspensão imediata do acordo de colaboração", disse o advogado

Advogado do doleiro Alberto Youssef, Antonio Figueiredo Basto estuda pedir a suspensão do acordo de colaboração premiada firmado entre seu cliente e o Ministério Público, depois que um policial federal disse à CPI da Petrobras que instalou uma escuta na cela de Youssef; Figueiredo Basto adiantou que solicitará à CPI acesso aos depoimentos do agente Dalmey Fernando Werlang e do delegado José Alberto Freitas Iegas. Ambos foram ouvidos em sessão fechada, nesta quinta (2); "Se isso for confirmado, se for verdade, vou pedir a suspensão imediata do acordo de colaboração", disse o advogado (Foto: Valter Lima)

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247 - Advogado do doleiro Alberto Youssef, Antonio Figueiredo Basto estuda pedir a suspensão do acordo de colaboração premiada firmado entre seu cliente e o Ministério Público, depois que um policial federal disse à CPI da Petrobras que instalou uma escuta na cela de Youssef.

Figueiredo Basto adiantou que solicitará à CPI acesso aos depoimentos do agente Dalmey Fernando Werlang e do delegado José Alberto Freitas Iegas. Ambos foram ouvidos em sessão fechada, nesta quinta-feira (2).

"Se isso for confirmado (instalação da escuta), se for verdade, vou pedir a suspensão imediata do acordo de colaboração. Depoimento de CPI é algo muito grave, deixa de ser coisa de bastidores para se tornar público", afirmou o advogado.

De acordo com parlamentares que acompanharam os depoimentos, os policiais disseram que o aparelho estava ativo e que a instalação foi feita sem autorização judicial. A escuta foi encontrada por Youssef em abril do ano passado, pouco menos de um mês após ter sido preso na Operação Lava Jato e bem antes de ele firmar um acordo de delação premiada. Um procedimento investigativo foi instaurado para apurar o caso, que ocorreu na Superintendência da PF em Curitiba.

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