Defesa pede libertação de Marcelo Odebrecht ao TRF

A defesa do presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, apresentou pedido de libertação do executivo ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região; Odebrecht foi preso na sexta (19); para o juiz federal Sergio Moro, há prova de que ele sabia sobre os crimes na estatal; a defesa diz que não há provas concretas contra o executivo; o requerimento de soltura foi distribuído para o gabinete do magistrado João Pedro Gebran Neto, que já cuida dos casos relativos à Lava Jato

A defesa do presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, apresentou pedido de libertação do executivo ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região; Odebrecht foi preso na sexta (19); para o juiz federal Sergio Moro, há prova de que ele sabia sobre os crimes na estatal; a defesa diz que não há provas concretas contra o executivo; o requerimento de soltura foi distribuído para o gabinete do magistrado João Pedro Gebran Neto, que já cuida dos casos relativos à Lava Jato
A defesa do presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, apresentou pedido de libertação do executivo ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região; Odebrecht foi preso na sexta (19); para o juiz federal Sergio Moro, há prova de que ele sabia sobre os crimes na estatal; a defesa diz que não há provas concretas contra o executivo; o requerimento de soltura foi distribuído para o gabinete do magistrado João Pedro Gebran Neto, que já cuida dos casos relativos à Lava Jato (Foto: Valter Lima)

247 - A defesa do presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, apresentou pedido de libertação do executivo ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

Odebrecht foi preso na sexta-feira (19) na 14ª fase da operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção na Petrobras. Para o juiz federal Sergio Moro, há prova de que ele sabia sobre os crimes na estatal.

A defesa de Odebrecht diz que não há provas concretas contra o executivo e ele não participou ou tomou conhecimento sobre os delitos ligados aos contratos da Petrobras.

O requerimento de soltura foi distribuído para o gabinete do magistrado João Pedro Gebran Neto, que já cuida dos casos relativos à Lava Jato no tribunal.

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