Defesa vê 'absoluta impropriedade' em decisão que manteve Vaccari preso

O advogado Luiz Flávio D'Urso, responsável pela defesa de João Vaccari Neto, criticou a decisão do juiz Sérgio Moro de manter o ex-tesoureiro do PT preso; para D'Urso, "é com estranheza que a Defesa recebe essa decisão, pois, mais uma vez, fica patente a absoluta impropriedade dessa prisão preventiva, porquanto não atende o que determina a lei processual pátria, nada a sustenta"  

O advogado Luiz Flávio D'Urso, responsável pela defesa de João Vaccari Neto, criticou a decisão do juiz Sérgio Moro de manter o ex-tesoureiro do PT preso; para D'Urso, "é com estranheza que a Defesa recebe essa decisão, pois, mais uma vez, fica patente a absoluta impropriedade dessa prisão preventiva, porquanto não atende o que determina a lei processual pátria, nada a sustenta"
 
O advogado Luiz Flávio D'Urso, responsável pela defesa de João Vaccari Neto, criticou a decisão do juiz Sérgio Moro de manter o ex-tesoureiro do PT preso; para D'Urso, "é com estranheza que a Defesa recebe essa decisão, pois, mais uma vez, fica patente a absoluta impropriedade dessa prisão preventiva, porquanto não atende o que determina a lei processual pátria, nada a sustenta"   (Foto: Valter Lima)

247 - O advogado Luiz Flávio D'Urso, responsável pela defesa de João Vaccari Neto, criticou a decisão do juiz Sérgio Moro de manter o ex-tesoureiro do PT preso. Para D'Urso, "é com estranheza que a Defesa recebe essa decisão, pois, mais uma vez, fica patente a absoluta impropriedade dessa prisão preventiva, porquanto não atende o que determina a lei processual pátria, nada a sustenta"; segundo ele, "a Defesa espera que essa decisão seja reformada nas instâncias superiores, porquanto inexistem elementos para se manter tal prisão"

"A Defesa espera que essa decisão seja reformada nas instâncias superiores, porquanto inexistem elementos para se manter tal prisão, mesmo que se repitam os termos da lei, não estão presentes razões fáticas para essa prisão que se tenta justificar pelo inexistente risco à ordem pública, à investigação e à instrução criminal. Questiona-se novamente: Quais riscos efetivos? O silêncio é a resposta", afirma.

De acordo com o advogado, Vaccari "continua a confiar na Justiça para que, em instâncias superiores, possa ver reparado o gravame desse ilegal
constrangimento ao qual fora submetido por essa ordem de prisão preventiva ao desamparo da lei".

Abaixo a nota de D'Urso na íntegra

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