Defesa vê risco de conflito no Rio, Ceará e São Paulo nas eleições
Durante estas eleições, as Forças Armadas vão atuar em 510 localidades de 12 Estados do País; segundo o comando militar, há risco em dois deles, Rio de Janeiro e Fortaleza; a apreensão é consequência da crise regional na segurança pública e da ação do crime organizado; outro sistema de segurança que visa garantir o processo votação, a Polícia Federal (PF), identificou também em São Paulo a possibilidade de haver confrontos diretos entre grupos de apoiadores dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT)
247 - Durante estas eleições, as Forças Armadas vão atuar em 510 localidades de 12 Estados do País. Segundo o comando militar, há risco em dois deles, Rio de Janeiro e Fortaleza. A apreensão é consequência da crise regional na segurança pública e da ação do crime organizado. Outro sistema de segurança que visa garantir o processo votação, a Polícia Federal (PF), identificou também em São Paulo a possibilidade de haver confrontos diretos entre grupos de apoiadores dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca: "o Ministério da Defesa montou uma operação nacional de Garantia do Voto e da Apuração (GVA) destinada a assegurar o acesso dos eleitores aos locais de votação e o funcionamento, sem constrangimento, das seções coletoras. O efetivo militar mobilizado é de 30 mil homens e mulheres. Outros 4 mil permanecem em regime de reserva".
O protocolo de segurança atenderá aos seguintes requisitos "a coordenação do procedimento será feita a partir do Centro Operativo de Comando Conjunto (COC), que começou a funcionar ontem no 5º andar do edifício do ministério, ligado a estruturas menores do mesmo tipo existentes nos comandos da Amazônia, Norte, Nordeste, Oeste e Leste - nos quais há atividade significativa da tropa na eleição. O investimento da Defesa na GVA é de RS$ 18,7 milhões".
