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Delação não é prova contra empresários, diz dono da Avianca

Empresário José Efromovich, que está prestes a fundir sua comapnhia aérea, a Avianca Brasil, com a Avianca Holdings, o empresário José Efromovich diz esperar que "se estabilize a política para se estabilizar a economia, de qualquer maneira, independentemente de haver culpado ou não"; sobre a Lava Jato, o empresário, que teve um irmão citado em delações premiadas, afirmou que "delação não é prova de nada. Eu não me envolvo na área e procuro evitar. Eu gostaria de ver decisões com provas. Quem se instala no Brasil para empreender tem que fazer de acordo com as regras"

Empresário José Efromovich, que está prestes a fundir sua comapnhia aérea, a Avianca Brasil, com a Avianca Holdings, o empresário José Efromovich diz esperar que "se estabilize a política para se estabilizar a economia, de qualquer maneira, independentemente de haver culpado ou não"; sobre a Lava Jato, o empresário, que teve um irmão citado em delações premiadas, afirmou que "delação não é prova de nada. Eu não me envolvo na área e procuro evitar. Eu gostaria de ver decisões com provas. Quem se instala no Brasil para empreender tem que fazer de acordo com as regras" (Foto: Paulo Emílio)

247 - Empresário José Efromovich, que está prestes a fundir sua comapnhia aérea, a Avianca Brasil, com a Avianca Holdings, o empresário José Efromovich diz esperar que "se estabilize a política para se estabilizar a economia, de qualquer maneira, independentemente de haver culpado ou não". Efromovich também disse "esperar, aplaudir e rezar" para que o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), "seja bem-sucedido. Eventualmente para ser uma opção", destacou em entrevista à Folha de São Paulo.

Efromovich, que teve o irmão German citado em delações premiadas da Lava Jato, afirmou que "delação não é prova de nada. Eu não me envolvo na área e procuro evitar. Eu gostaria de ver decisões com provas. Quem se instala no Brasil para empreender tem que fazer de acordo com as regras".

Para ele, a Lava Jato "tem que ir até achar todos os culpados. Se o Executivo estivesse independente e não tivesse essa ligação forte, estaria fazendo a política que tem de ser feita, gerindo o país". "É óbvio que uma hora tem que acabar. O país tem que achar os seus caminhos, as instituições têm que estar aí. E quem não fez a coisa adequada tem que estar fora", completou.