Delegada que mandou prender reitor encabeça lista para chefiar PF

A delegada Érika Mialik Marena foi a mais votada na lista tríplice da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal para assumir o comando da PF; a grande maioria dos delegados na ativa participou da votação; Érika Mialik Marena, da Polícia Federal, foi quem pediu e conseguiu da Justiça a decretação da prisão temporária do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, por supostas irregularidades cometidas à frente da instituição

A delegada Érika Mialik Marena foi a mais votada na lista tríplice da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal para assumir o comando da PF; a grande maioria dos delegados na ativa participou da votação; Érika Mialik Marena, da Polícia Federal, foi quem pediu e conseguiu da Justiça a decretação da prisão temporária do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, por supostas irregularidades cometidas à frente da instituição
A delegada Érika Mialik Marena foi a mais votada na lista tríplice da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal para assumir o comando da PF; a grande maioria dos delegados na ativa participou da votação; Érika Mialik Marena, da Polícia Federal, foi quem pediu e conseguiu da Justiça a decretação da prisão temporária do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, por supostas irregularidades cometidas à frente da instituição (Foto: José Barbacena)

247 - A delegada Érika Mialik Marena foi a mais votada na lista tríplice da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal para assumir o comando da PF. A grande maioria dos delegados na ativa participou da votação. 

Foi Érika quem pediu e conseguiu da Justiça a decretação da prisão temporária do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, por supostas irregularidades cometidas à frente da instituição. O reitor cometeu suicídio na segunda-feira (2).

A lista tríplice encabeçada por Érika, com o delegado Rodrigo Teixeira em segundo e Marcelo Freitas, em terceiro, é entregue a Michel Temer como sugestão para o cargo de diretor geral da PF, atualmente ocupado por Leandro Daiello.

Érika integrava até o ano passado a força-tarefa da Lava Jato, antes de ser transferida para Santa Catarina. Ela também já entrou com processo na Justiça para censurar reportagens que faziam críticas à Lava Jato (relembre aqui).

Se tiver seu nome aceito por Temer, será a primeira mulher a comandar a corporação.

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