Depois de Geddel, Funaro acusa advogado de Temer de sondar sobre delação

Em depoimento à Polícia Federal, o operador Lúcio Funaro afirmou que Antônio Mariz, principal advogado de Michel Temer, foi o primeiro a fazer sondagem sobre o possível interesse dele em fazer acordo de delação premiada; antes, Funaro, que está preso, já havia apontado que o ex-ministro Geddel Vieira Lima fez contato com sua mulher, em nome de Temer, com o mesmo intuito

Em depoimento à Polícia Federal, o operador Lúcio Funaro afirmou que Antônio Mariz, principal advogado de Michel Temer, foi o primeiro a fazer sondagem sobre o possível interesse dele em fazer acordo de delação premiada; antes, Funaro, que está preso, já havia apontado que o ex-ministro Geddel Vieira Lima fez contato com sua mulher, em nome de Temer, com o mesmo intuito
Em depoimento à Polícia Federal, o operador Lúcio Funaro afirmou que Antônio Mariz, principal advogado de Michel Temer, foi o primeiro a fazer sondagem sobre o possível interesse dele em fazer acordo de delação premiada; antes, Funaro, que está preso, já havia apontado que o ex-ministro Geddel Vieira Lima fez contato com sua mulher, em nome de Temer, com o mesmo intuito (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em depoimento à Polícia Federal, o operador Lúcio Funaro afirmou que Antônio Mariz, principal advogado de Michel Temer, foi o primeiro a fazer sondagem sobre o possível interesse dele em fazer acordo de delação premiada.

Segundo reportagem do Globo, Funaro também acusou, durante o interrogatório feito no dia 2 de junho, o escritório do advogado Daniel Gerber, responsável pela defesa de Funaro logo depois de ter sido preso e transferido para Brasília.

"Também chamou a atenção do declarante o monitoramento feito do seu estado de ânimo dos escritórios de advocacia que o assessoraram. Primeiro o escritório o escritório do Mariz. Depois o escritório de Daniel Gerber, que é ligado ao escritório Ferrão (Eduardo), este próximo ao ministro Eliseu Padilha (Casa Civil)", disse.

Antes, Funaro, que está preso e é apontado como principal operador de propinas de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já havia apontado que o ex-ministro Geddel Vieira Lima, um dos principais aliados de Temer, fez contato com sua mulher com o mesmo intuito: saber sobre a possibilidade da delação. Ele entregou provas à PF sobre as ligações de Geddel.

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