Deputado da tropa de choque de Temer comemora prisão de Joesley

Vice-líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Carlos Marun (MS) avaliou a prisão do empresário Joesley Batista, dono da JBS, e do executivo Ricardo Saud como "natural". "A prisão desses dois é natural, devido ao fato inclusive de serem réus confessos e essa confissão na verdade não pode mais ser anulada", afirmou o deputado; ele disse ainda que a prisão é uma consequência já prevista "desta grande farsa na qual se constituiu esse processo de delação e colaboração premiada desse marginal"

Carlos Marun 
Carlos Marun  (Foto: Romulo Faro)

247 - Vice-líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Carlos Marun (MS) avaliou a prisão do empresário Joesley Batista, dono da JBS, e do executivo Ricardo Saud como "natural". "A prisão desses dois é natural, devido ao fato inclusive de serem réus confessos e essa confissão na verdade não pode mais ser anulada", afirmou o deputado ao Broadcast/Estadão.

O peemedebista disse ainda que a prisão é uma consequência já prevista "desta grande farsa na qual se constituiu esse processo de delação e colaboração premiada desse marginal".

O deputado lembrou que em 23 de maio último ele protocolou na Procuradoria Geral da República (PGR) um pedido de investigação da atuação do ex-procurador Marcelo Miller nesse caso da delação da JBS.

"Infelizmente, pelo jeito, eu acompanhei o andamento desse processo e ele estava parado já há mais de três meses no gabinete do procurador Janot. Foi necessário que fosse entregue uma fita, um áudio, gravado por essa turma que começa a gravar todo mundo e acaba gravando eles mesmos, para que essa farsa se revelasse", disse Marun.

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