Dilma na Argentina: Lula é a única arma contra o retrocesso

Em discurso na Argentina, onde foi também recebida pela ex-presidente Cristina Kirchner,  a presidente deposta Dilma Rousseff afirmou que o ex-presidente Lula é símbolo "da possibilidade de você crescer, de ter oportunidade para o seu povo crescer. Ele é símbolo para muitos povos do mundo. Para o nosso ele é símbolo do pedreiro, da empregada doméstica, do operário, do professor, símbolo do intelectual"; "A única arma que temos para derrotar processos de retrocesso de de enquadramento do Brasil no neoliberalismo", disse; segundo a ex-presidente, "só os inocentes têm indignação com a perseguição política contra Lula"

Em discurso na Argentina, onde foi também recebida pela ex-presidente Cristina Kirchner,  a presidente deposta Dilma Rousseff afirmou que o ex-presidente Lula é símbolo "da possibilidade de você crescer, de ter oportunidade para o seu povo crescer. Ele é símbolo para muitos povos do mundo. Para o nosso ele é símbolo do pedreiro, da empregada doméstica, do operário, do professor, símbolo do intelectual"; "A única arma que temos para derrotar processos de retrocesso de de enquadramento do Brasil no neoliberalismo", disse; segundo a ex-presidente, "só os inocentes têm indignação com a perseguição política contra Lula"
Em discurso na Argentina, onde foi também recebida pela ex-presidente Cristina Kirchner,  a presidente deposta Dilma Rousseff afirmou que o ex-presidente Lula é símbolo "da possibilidade de você crescer, de ter oportunidade para o seu povo crescer. Ele é símbolo para muitos povos do mundo. Para o nosso ele é símbolo do pedreiro, da empregada doméstica, do operário, do professor, símbolo do intelectual"; "A única arma que temos para derrotar processos de retrocesso de de enquadramento do Brasil no neoliberalismo", disse; segundo a ex-presidente, "só os inocentes têm indignação com a perseguição política contra Lula" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Em discurso na Argentina, a presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba (PR), "não é pessoa física, é uma ideia" - a declaração foi uma referência à fala histórica de Lula no dia 7 de abril em São Bernardo (SP), onde ele disse: "Não adianta eles acharem que vão fazer com que eu pare, eu não pararei porque eu não sou um ser humano, sou uma ideia".

De acordo com a ex-presidente, Lula "é símbolo de um outro mundo possível, da possibilidade de você crescer, de ter oportunidade para o seu povo crescer. Ele é símbolo para muitos povos do mundo. Para o nosso ele é símbolo do pedreiro, da empregada doméstica, do operário, do professor, símbolo do intelectual". "A única arma que temos para derrotar processos de retrocesso de de enquadramento do Brasil no neoliberalismo", continuou.

"Só os inocentes têm indignação com a perseguição política contra Lula. Ele tem que está livre, porque é inocente. Lula tem que estar livre não é porque é liderança política, é porque é inocente. Lula simboliza acabar com a vergonha. Que vergonha é essa? Vergonha do desemprego, do déficit fiscal, menor investimento em 50 anos", complementou.

Depois de lembrar a proibição de visitas ao ex-presidente, Dilma disse que teme pela vida do seu correligionário. "Não sei até onde vão. Temo pela comida que ele ingere, pela água que ele toma", confessou. "Não venham dizer que Lula não é preso político.

Em seu discurso, ela disse que o "golpe quer acabar com o PT, comigo e com Lula. E tornar Lula vítima da justiça do inimigo. Ele não é adversário, ele é inimigo. Transformaram a lei na maior arma de destruição civil. Tirar do mapa político, da cidadania, desmoralizar".

Ainda em suas críticas ao governo de Michel Temer, Dilma afirmou que "colocar pobre no orçamento é crime no Brasil". Mas o povo percebeu que os governos do PT tinham outro padrão, estávamos tendo oportunidades e direitos estavam sendo comprometidos, mas reduzidos a pó".

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