Dirceu: 'advogada de Júlio Camargo nega Youssef'

O ex-ministro José Dirceu emitiu nota, nesta segunda (9), contestando delação do doleiro Alberto Youssef, que afirmou ao Ministério Público Federal (MPF), que ele recebia dinheiro do esquema de corrupção da Petrobras para repassar ao caixa do PT; o ex-ministro afirmou que "nunca" representou o PT em negociações com Júlio Camargo ou com qualquer outra construtora; "As declarações são mentirosas", reforçou; Dirceu também destaca que a advogada Beatriz Catta Preta, que representa Julio Camargo, divulgou nota negando as afirmações feitas por Youssef

O ex-ministro José Dirceu emitiu nota, nesta segunda (9), contestando delação do doleiro Alberto Youssef, que afirmou ao Ministério Público Federal (MPF), que ele recebia dinheiro do esquema de corrupção da Petrobras para repassar ao caixa do PT; o ex-ministro afirmou que "nunca" representou o PT em negociações com Júlio Camargo ou com qualquer outra construtora; "As declarações são mentirosas", reforçou; Dirceu também destaca que a advogada Beatriz Catta Preta, que representa Julio Camargo, divulgou nota negando as afirmações feitas por Youssef
O ex-ministro José Dirceu emitiu nota, nesta segunda (9), contestando delação do doleiro Alberto Youssef, que afirmou ao Ministério Público Federal (MPF), que ele recebia dinheiro do esquema de corrupção da Petrobras para repassar ao caixa do PT; o ex-ministro afirmou que "nunca" representou o PT em negociações com Júlio Camargo ou com qualquer outra construtora; "As declarações são mentirosas", reforçou; Dirceu também destaca que a advogada Beatriz Catta Preta, que representa Julio Camargo, divulgou nota negando as afirmações feitas por Youssef (Foto: Valter Lima)

247 - O ex-ministro José Dirceu emitiu nota, nesta segunda-feira (9), contestando delação do doleiro Alberto Youssef, que afirmou ao Ministério Público Federal (MPF), que ele recebia dinheiro do esquema de corrupção da Petrobras para repassar ao caixa do partido. Conforme Youssef, o dinheiro era repassado pelo executivo Júlio Camargo, suposto operador das empresas Mtisue Toyo e Camargo Correa no esquema de corrupção da Petrobras. 

Ele disse que "repudia, com veemência", as declarações do doleiro Alberto Youssef. O ex-ministro também afirmou que "nunca" representou o PT em negociações com Júlio Camargo ou com qualquer outra construtora. "As declarações são mentirosas", reforçou.

E disse mais: "Em 12 de fevereiro, a advogada Beatriz Catta Preta, que representa Julio Camargo, também divulgou nota negando as afirmações feitas por Alberto Youssef. "As informações lançadas pelo colaborador Alberto Youssef são temerárias porque são absolutamente inverídicas. Não há a indicação de um elemento de prova, sequer indiciária, acerca dos fatos mentirosos ali narrados. A alusão a um certo 'pen drive' não passa de criação do colaborador em questão", afirma a advogada em um trecho do Fato Relevante divulgado no mês passado", destacou Dirceu em nota.

Abaixo a nota na íntegra:

Conforme já divulgado em fevereiro, o ex-ministro José Dirceu repudia, com veemência, as declarações do doleiro Alberto Youssef de que teria recebido recursos ilícitos do empresário Júlio Camargo, da Toyo Setal, ou de qualquer outra empresa investigada pela Operação Lava Jato.

O ex-ministro também afirma que nunca representou o PT em negociações com Júlio Camargo ou com qualquer outra construtora. As declarações são mentirosas. O próprio conteúdo da delação premiada confirma que Youssef não apresenta qualquer prova nem sabe explicar qual seria a suposta participação de Dirceu. O ex-ministro também esclarece que, depois que deixou a chefia da Casa Civil, em 2005, sempre viajou em aviões de carreira ou por empresas de táxi aéreo.

Em 12 de fevereiro, a advogada Beatriz Catta Preta, que representa Julio Camargo, também divulgou nota negando as afirmações feitas por Alberto Youssef. "As informações lançadas pelo colaborador Alberto Youssef são temerárias porque são absolutamente inverídicas. Não há a indicação de um elemento de prova, sequer indiciária, acerca dos fatos mentirosos ali narrados. A alusão a um certo 'pen drive' não passa de criação do colaborador em questão", afirma a advogada em um trecho do Fato Relevante divulgado no mês passado.

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