Diretor da ANP é contra reajustes da Petrobras: “nem diário, nem semanal, nem quinzenal”

O diretor-geral da ANP, Décio Oddone, afirmou que a política da Petrobras visa os interesses da Petrobras, não necessariamente os interesses da sociedade brasileira; “Vamos discutir como conciliar o interesse da sociedade com o interesse dos agentes. (..) Algo, por exemplo, como: não existe periodicidade para reajustes de combustíveis no brasil. Nem diário, nem semanal, nem quinzenal”

Diretor da ANP é contra reajustes da Petrobras: “nem diário, nem semanal, nem quinzenal”
Diretor da ANP é contra reajustes da Petrobras: “nem diário, nem semanal, nem quinzenal” (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

247 - O diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Décio Oddone, afirmou que a política da Petrobras visa os interesses da Petrobras, não necessariamente os interesses da sociedade brasileira.

 “Temos uma companhia estatal que tem o monopólio do refino de fato e que atua com um mandato de maximizar o valor do acionista. Uma companhia que tem como mandato maximizar os lucros para seus acionistas não pode ser um monopólio”, disse ele, conforme relato da Folha. 

“Vamos discutir como conciliar o interesse da sociedade com o interesse dos agentes. (..) Algo, por exemplo, como: não existe periodicidade para reajustes de combustíveis no brasil. Nem diário, nem semanal, nem quinzenal”.

A Petrobras aumentou várias vezes o preço da gasolina, porque passou a guiar esta política de reajustes pela cotação em dólar do barril de petróleo, com o objetivo de atrair mais investidores, mas lesando o bolso do trabalhador. Uma das consequências desastrosas para o governo foi a greve dos caminhoneiros, que protestaram contra o aumento no preço do óleo diesel. E o resultado foi a demissão de Pedro Parente da estatal.  

 

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