Documentos reforçam elo de Temer com coronel investigado

Papéis encontrados pela Polícia Federal durante a Operação Patmos, que cumpriu mandados de busca e apreensão na empresa do coronel aposentado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, a Argeplan Arquitetura e Engenharia, em São Paulo, tratam da campanha eleitoral de Michel Temer em 2002 e da obra de reforma da casa de uma das filhas do presidente

Papéis encontrados pela Polícia Federal durante a Operação Patmos, que cumpriu mandados de busca e apreensão na empresa do coronel aposentado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, a Argeplan Arquitetura e Engenharia, em São Paulo, tratam da campanha eleitoral de Michel Temer em 2002 e da obra de reforma da casa de uma das filhas do presidente
Papéis encontrados pela Polícia Federal durante a Operação Patmos, que cumpriu mandados de busca e apreensão na empresa do coronel aposentado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, a Argeplan Arquitetura e Engenharia, em São Paulo, tratam da campanha eleitoral de Michel Temer em 2002 e da obra de reforma da casa de uma das filhas do presidente (Foto: Gisele Federicce)

247 - Documentos apreendidos pela Polícia Federal no âmbito da Operação Patmos, que cumpriu mandados de busca e apreensão no último dia 18 na empresa do coronel aposentado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, a Argeplan Arquitetura e Engenharia, em São Paulo, reforçam o elo do coronel com Michel Temer.

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, os papéis tratam da campanha eleitoral de Michel Temer em 2002 e da obra de reforma da casa de uma das filhas do presidente, Maristela Temer.

A empresa virou alvo da PF porque de acordo com delação da JBS, foi entregue R$ 1 milhão nas mãos do coronel durante a campanha de 2014 como parte de um suposto acordo feito entre Temer e o empresário Joesley Batista, um dos sócios da empresa.

O Planalto respondeu à Folha confirmando que Lima Filho "colaborou" com campanhas eleitorais de Temer e que Maristela procurou a empresa do coronel para obter um orçamento sobre uma reforma do imóvel, localizado no bairro paulistano de Alto de Pinheiros, mas acabou desistindo do negócio devido ao valor da proposta, que seria alto demais. A obra teria sido realizada por outra empresa.

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