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Dos réus desta quarta, destaque para João Paulo Cunha

Advogado do ex-presidente da Câmara, que concorre à prefeitura de Osasco pelo PT, tem hoje oportunidade de apresentar sua defesa

Dos réus desta quarta, destaque para João Paulo Cunha (Foto: Renato Araújo/Agência Brasil)
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Por Rafael Baliardo

Do Conjur - Na sequência do julgamento da Ação Penal 470, o processo do chamado mensalão, estão previstas para esta quarta-feira (8/8) as sustentações orais dos réus Ayanna Tenório (defendido pelo advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira) , João Paulo Cunha (advogado Alberto Zacharias Toron), Luiz Gushiken (José Roberto Leal de Carvalho), Henrique Pizzolato e Pedro Corrêa (Eduardo Antônio Lucho Ferrão).

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Ex-vice-presidente e integrante do Comitê de Lavagem de Dinheiro do Banco Rural, Ayana Tenório é defendida pelo advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira. Em sua defesa, deve repetir os argumentos formulados pelo advogado de Kátia Rabello, de que o Ministério Público desconsiderou provas que atestam a veracidade dos empréstimos concedidos em favor das empresas de Marcos Valério e do PT. A defesa deve lembrar também que a ré foi designada para a vice-presidência de suporte operacional e que antes de ingressar no Banco Rural, em 2004, jamais havia trabalhado em uma instituição financeira, tendo sua atuação limitada a à área de recursos humanos e estratégia organizacional. Nunca coube à ré controlar ou ordenar a realização de operações financeiras ou de crédito da instituição, tendo partcipado, institucionalmente, em apenas duas renovações de empréstimo, de 2004, ao comparecer à reunião do comitê de crédito do banco.

 O advogado Alberto Zacharias Toron, que defende o deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, deve também criticar o Ministério Público por desconsiderar que provas periciais atestam a veracidade do contrato de prestação de serviços entre a SMP&B Propaganda e a Câmara dos Deputados na época em que o deputado presidia a Câmara. João Paulo Cunha é acusado de receber R$ 50 mil reais do grupo de Marcos Valério para favorecer a SMP&B num contrato com a Câmara. Contanto, o advogado deve trazer ao plenário a informação de que não foram encontrados indícios de prestação fictícia de serviços.

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A defesa de Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, irá citar laudos que provam que os fundos advindos da Visanet, empresa de pagamentos por via eletrônica, não têm origem pública, como acusou o Ministério Público Federal. O réu é acusado de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção ativa por supostamente ter facilitado o pagamento de contratos fraudulentos entre a DNA Propaganda e o Banco do Brasil.

Um dos dois réus dos quais o Ministério Público pediu absolvição por falta de provas, o ex-secretáriode comunicações da presidência no governo Lula, Luiz Gushiken é defendido pelo advogado José Roberto Leal de Carvalho, que não deve ter trabalho para derrubar as acusações contra seu cliente. Gushiken também foi acusado de desviar recursos do fundo Visanet entre 2003 e 2004 para beneficiar o grupo de Marcos Valério.

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A defesa do ex-deputado federal pelo PP, Pedro Correa, acusado de ser um dos parlamentares beneficiados pelo esquema de compra de deputados é do advogado Eduardo Antônio Lucho Ferrão, que deve também questionar a falta de provas colhidas durante a instrução penal que atestem ato de ofício por "vantagem indevida pelo seu cliente.

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