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Durante “marcha para Jesus”, organizador ataca religiões de matrizes africanas: “preferem Brasil macumbeiro ou evangélico?”

O ex-deputado estadual Átila Nunes (PSD-RJ) acionou o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) nesta sexta-feira contra o organizador da Marcha Para Jesus

(Foto: Gisele Federicce)

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247 - O ex-deputado estadual Átila Nunes (PSD-RJ) acionou o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) nesta sexta-feira contra o organizador da Marcha Para Jesus, o apóstolo Estevam Hernandes. Durante um evento na cidade de São Paulo, o líder religioso questionou os manifestantes se preferiam um Brasil "macumbeiro ou evangélico".

"Nos próximos anos, o Brasil será o maior país macumbeiro do mundo ou maior país mais evangélico do mundo?", perguntou o apóstolo aos mais de 2 milhões de presentes.

Por este motivo, Nunes fez uma representação por crime contra o sentimento religioso. De acordo com o ex-deputado e advogado, que concedeu entrevista ao jornal O Globo, casos como esse ferem a liberdade religiosa no país, garantida pela Constituição Federal, e se sobrepõem à liberdade de expressão.

"O abuso no exercício da liberdade de expressão não pode ser tolerado. Assim, a incitação ao ódio público não está protegida nem amparada pela cláusula constitucional que assegura liberdade de expressão", defende .

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