“É organização criminosa que chama, né?”, indaga Gleisi, após Wassef culpar Wajngarten como mentor do plano de resgate do Rolex

“E não é que o contrabando de joias vai se confirmando?!”, apontou a presidente do PT

(Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados / Agência Brasil/Reprodução)


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247 - A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, repercutiu a importante atualização sobre as joias que deveriam ter sido destinadas ao acervo da presidência da república, durante a gestão de Jair Bolsonaro, mas foram apropriadas de forma indevida pelo ex-chefe do executivo e sua equipe. 

“E não é que o contrabando de joias vai se confirmando?! Frederico Wassef colocou a boca no trombone e disse que Fábio Wajngarten foi o mentor do plano de resgate do relógio Rolex nos EUA. Surrupiaram do Estado, venderam lá fora e depois de descobertos tiveram que comprar de volta. E ainda vem essa gente fazer ironia com o assunto em pregação nas igrejas enganando os fiéis. É organização criminosa que chama, né?!”, indagou Gleisi. 

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Saiba mais - O advogado Frederick Wassef afirmou, em depoimento à Polícia Federal, que o ex-secretário de Comunicação da Presidência Fábio Wajngarten foi quem lhe pediu que recomprasse o Rolex de Jair Bolsonaro (PL), nos Estados Unidos. De acordo com a PF, o tenente-coronel Mauro Cid foi quem operacionalizou a compra do relógio. Na avaliação dos investigadores, a aquisição fez parte de uma operação irregular, por se tratar de um presente dado por outro país e que deveria pertencer ao Estado brasileiro, não podendo ser incorporado a patrimônio pessoal. 

De acordo com informações publicadas nesta quarta-feira (29) pela coluna de Bela Megale, a PF recebeu do FBI (EUA) uma troca de e-mails entre Cid e a loja Precision Watches, onde o item foi recomprado nos EUA. Nela, o coronel informou à empresa que o pagamento seria feito em espécie e que Wassef realizaria a aquisição. FBI é a sigla para Federal Bureau of Investigation, ou Departamento Federal de Investigação norte-americano.

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Investigadores têm em mãos um documento assinado por Wassef, no qual ele apresenta as justificativas para comprar o relógio em dinheiro vivo. Ao confirmar a recompra, o advogado mostrou um recibo no valor de US$ 49 mil. O advogado admitiu que recebeu de Mauro Cid informações da loja onde estava o relógio.

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