Eduardo Moreira questiona se Moro e procuradores da Lava Jato ficarão impunes

"Muito sérias as revelações da Folha sobre a Lava Jato. Mostram não só que #moromente mas também que atropelaram todos os limites da moralidade (e vários da legalidade) durante o processo. Dividiram o país, instauraram o ódio, nutriram o radicalismo e pararam a economia. Impunes?", questionou o engenheiro e escritor Eduardo Moreira

(Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247)

247 - O engenheiro e escritor Eduardo Moreira questionou se o ex-juiz Sérgio Moro e procuradores do Ministério Público Federal (MPF-PR) ficarão impunes, após as revelações da Vaza Jato. 

"Muito sérias as revelações da Folha sobre a Lava Jato. Mostram não só que #moromente mas também que atropelaram todos os limites da moralidade (e vários da legalidade) durante o processo. Dividiram o país, instauraram o ódio, nutriram o radicalismo e pararam a economia. Impunes?", questionou ele no Twitter.

De acordo com a reportagem do Intercept Brasil em parceria com a Folha de S. Paulo, a Lava Jato tinha 22 diálogos de Lula, porém usou apenas um deles para interferir na política. Em 16 de março de 2016, o então juiz Sérgio Moro tornou público um diálogo em que a então presidente Dilma Rousseff tratou com o ex-presidente a eventual posse dele como ministro da Casa Civil.  

Moro usada a tese de que Lula queria se blindar da Lava Jato, mas, conforme apontou a matéria, "conversas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gravadas pela Polícia Federal em 2016 e mantidas em sigilo desde então enfraquecem a tese usada pelo hoje ministro Sergio Moro para justificar a decisão mais controversa que ele tomou como juiz à frente da Lava Jato".

"Outras ligações interceptadas pela polícia naquele dia, mantidas em sigilo pelos investigadores, punham em xeque a hipótese adotada na época por Moro, que deixou a magistratura para assumir o Ministério da Justiça no governo Jair Bolsonaro (PSL)."

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