Em carta de desfiliação, Palocci questiona: PT é um partido ou uma seita?

O ex-ministro Antônio Palocci pediu sua desfiliação do PT em carta enviada ao partido nesta terça-feira, 26; no documento endereçado à presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, Palocci descreve os motivos pelos quais resolveu deixar o partido que ajudou a fundar. A carta é endereçada; Palocci respondia a um processo aberto pelo diretório municipal de Ribeirão Preto, em São Paulo, em que era acusado de trair a fidelidade partidária


O ex-ministro Antônio Palocci pediu sua desfiliação do PT em carta enviada ao partido nesta terça-feira, 26; no documento endereçado à presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, Palocci descreve os motivos pelos quais resolveu deixar o partido que ajudou a fundar. A carta é endereçada; Palocci respondia a um processo aberto pelo diretório municipal de Ribeirão Preto, em São Paulo, em que era acusado de trair a fidelidade partidária
O ex-ministro Antônio Palocci pediu sua desfiliação do PT em carta enviada ao partido nesta terça-feira, 26; no documento endereçado à presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, Palocci descreve os motivos pelos quais resolveu deixar o partido que ajudou a fundar. A carta é endereçada; Palocci respondia a um processo aberto pelo diretório municipal de Ribeirão Preto, em São Paulo, em que era acusado de trair a fidelidade partidária (Foto: Aquiles Lins)

247 - O ex-ministro Antônio Palocci pediu sua desfiliação do PT em carta enviada ao partido nesta terça-feira, 26. No documento endereçado à presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, Palocci descreve os motivos pelos quais resolveu deixar o partido que ajudou a fundar.

"Somos um partido político sob a liderança de pessoas de carne e osso ou somos uma seita guiada por uma pretensa divindade? Chegou a hora da verdade para nós. De minha parte, já virei essa página."

"Ofereço a minha desfiliação, e o faço sem qualquer ressentimento ou rancores. Meu desligamento do partido fica então à vossa disposição", diz o ex-ministro na carta.

Palocci respondia a um processo aberto pelo diretório municipal de Ribeirão Preto, em São Paulo, em que era acusado de trair a fidelidade partidária.

Ex-ministro dos governo Lula e Dilma, ele foi alvo de uma comissão de ética pelas declarações feitas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz Sérgio Moro, no dia 6 de setembro, quando disse que Lula mantinha um "pacto de sangue" com o empresário Emílio Odebrecht.

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