Ações de varejistas de moda sobem após Alckmin admitir volta de taxação de importados até US$ 50
O setor de comércio e serviçosé um dos que mais pressiona o governo federal a taxar as asiáticas Shein, Shopee e AliExpress
247 - O setor de comércio e serviços é um dos que mais pressiona o governo federal a taxar as asiáticas Shein, Shopee e AliExpress, mesmo depois delas terem aderido ao Remessa Conforme.
O presidente em exercício Alckmin aproveitou a oportunidade para tratar de pautas delicadas para o governo junto à categoria, como a política que zerou o Imposto de Importação para compras internacionais dentro do programa Remessa Conforme e a desoneração da folha de pagamentos. A declaração foi dada durante evento de instalação do Fórum MDIC de Comércio e Serviço (FMCS).
Ele afirmou nesta terça-feira (28) que compras internacionais até US$ 50, atualmente isentas da cobrança do Imposto de Importação, podem voltar a ser taxadas.
Na esteira dessa fala, na quarta-feira (29), houve um movimento significativo de alta nas ações de varejistas de moda. Por volta das 11h40 (horário de Brasília), os papéis ordinários das Lojas Renner (LREN3) apresentaram um aumento de 4,60% (R$ 16,16), seguidos pela Guararapes (GUAR3), empresa controladora da Riachuelo, com uma alta de 7,94% (R$ 6,66), e pela C&A (CEAB3), com acréscimo de 7,09% (R$ 8,31).
No entanto, os BDRs do Mercado Livre registraram um aumento menor, com apenas 1,21%, assim como as ações ordinárias do Magazine Luiza, que apresentaram um ganho de 2,09%, e as do Grupo Casas Bahia, com um acréscimo de 3,77%. (Com informações do SpaceMoney).
