Em meio ao aumentos dos casos de Covid-19, ministro da Educação manda recado aos estudantes: 'não vamos adiar o Enem'

Ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou que apesar da alta nos casos de Covid-19 em todo o país a data do Exame Nacional do Ensino Médio não será alterada e que os pedidos de adiamento são feitos por uma "minoria barulhenta"

Milton Ribeiro
Milton Ribeiro (Foto: Isac Nóbrega/PR)
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247 - O ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou que apesar da alta nos casos de Covid-19 em todo o país a data do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não será alterada. “Não vamos adiar o Enem. Primeiro porque tomamos todos os cuidados de biossegurança possíveis. Queremos dar tranquilidade para você que vai fazer a prova, assim como aconteceu no domingo, em menor proporção, claro, no exame da Fuvest [vestibular da Universidade de São Paulo (USP)]”, disse Ribeiro à CNN Brasil, de acordo com reportagem de O Globo

O Enem, que conta com 5,7 milhões de inscritos, está previsto para acontecer de forma presencial nos dias 17 e 24 de janeiro. Já os que se inscreveram na modalidade virtual farão as provas nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Incialmente, a previsão é que os testes fossem realizados em novembro do ano passado. O exame, porém, foi adiado em função da pandemia do novo coronavírus. 

Ainda segundo Ribeiro, os pedidos de adiamento estão sendo feitos por parte de uma "minoria barulhenta" e que uma nova postergação prejudicaria o acesso dos estudantes às escolas públicas e federais. “É bom eu aproveitar essa oportunidade para dizer que um semestre a menos, se perdermos o Enem, vai atrapalhar toda a programação de acesso dos estudantes às escolas federais e públicas”, afirmou. 

O ministro disse, ainda, lamentar as mortes do diretor do Inep, general da reserva Carlos Roberto Pinto de Souza, e do professor e empresário  Antônio Veronezi pela Covid-19, mas que a “vida tem que continuar”. “Era uma pessoa muito dedicada, muito querida por todos nós. Ele estava internado há alguns dias e registramos isso com pesar. Quero registrar a morte de outro educador, o Antônio Veronezi, muito amigo meu, muito dedicado, que faleceu de Covid-19. Mas a vida continua, não podemos parar. Temos que seguir em frente”, afirmou o ministro. 

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