Em relatório do Exército, Bolsonaro aparece como “embusteiro e covarde”

Um relatório do Exército Brasileiro, divulgado pelo Diário do Centro do Mundo, detalha informações sobre a conduta reprovável do então capitão Jair Bolsonaro; em carta revelada pela imprensa em maio de 1991, o então chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general Jonas de Morais Correia Neto, o chama de "embusteiro, intrigante e covarde", acusando-o de 'inventar e deturpar visando aos interesses pessoais e da política"

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247 - Um relatório do Exército Brasileiro, divulgado pelo Diário do Centro do Mundo, detalha informações sobre a conduta reprovável do então capitão Jair Bolsonaro. 

Como relata o jornalista Vinicius Segala, na peça investigatória, há dezenas de anotações feitas pelos oficiais com relatos da jornalista Cássia Maria Rodrigues, então trabalhando na revista Veja, que disse ter sido ameaçada de morte por Jair Bolsonaro.

"Para além do que denunciava a repórter, chama a atenção uma carta sem assinatura recheada de denúncias e comentários ofensivos contra Bolsonaro. A investigação não descobriu quem era o autor, mas constatou ser de um colega de farda do agora presidenciável. As autoridades militares que fizeram o relatório trataram de investigar as informações da carta apócrifa. Segundo informam, constataram a veracidade de uma parte do que consta ali. De outra, disseram não ter sido capazes de produzir provas", diz o jornalista. 

"Em uma outra carta revelada pela imprensa em maio de 91, o então chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general Jonas de Morais Correia Neto, o chama de 'embusteiro, intrigante e covarde', acusando-o de 'inventar e deturpar visando aos interesses pessoais e da política'". 

Leia a reportagem na íntegra no DCM

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