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Emir Sader: a Vale promoveu um massacre de trabalhadores

O rompimento da barragem do Córrego do Feijão, administrada pela Vale do Rio Doce, deixou um saldo de dor e destruição incalculáveis; além do crime ambiental, já são 84 mortos encontrados em meio à toneladas de lama tóxica, outras 276 pessoas seguem desaparecidas; ao analisar a situação, o sociólogo Emir Sader defende uma "dura punição" aos responsáveis pelo crime; "A vale promoveu um massacre de trabalhadores", denuncia Emir, durante participação no programa Boa Noite 247

Emir Sader: a Vale promoveu um massacre de trabalhadores
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247 - O sociólogo Emir Sader participou do programa Boa Noite 247 desta terça-feira (29) e observou questões referentes ao rompimento da barragem no Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), e a tensão que a Venezuela enfrenta com os ataques imperialistas promovidos pelos EUA.

O rompimento da barragem do Córrego do Feijão, administrada pela Vale do Rio Doce, deixou um saldo de dor e destruição incalculáveis. Além do crime ambiental, já são 84 mortos encontrados em meio à toneladas de lama tóxica. 

Emir considera que o governo Bolsonaro foi eleito "com um discurso de acabar com qualquer tipo de proteção ambiental", dizendo que havia "uma indústria de multa no Brasil", mas, agora, volta atrás. "Falam da regulação estatal como se fosse um tema levantado anteriormente", aponta. 

O sociólogo ainda reivindica uma dura punição aos responsáveis pelo crime. "A vale promoveu um massacre de trabalhadores", completa. 

Venezuela 

Ao analisar a questão venezuelana, que vive uma intensas ameças de golpes e sanções vindas dos EUA, Emir considera que o momento é "dramático", mas destaca o fato das "Forças Armadas do país seguirem com o Nicolás Maduro". "Enquanto houver essa unidade, o governo não cai", aponta.  

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