Empresa de Helena Witzel é acusada de receber 15 mil mensais de empresa suspeita

Governador do Rio, Wilson Witzel e primeira-dama, Helena Witzel, estão no alvo da Operação Placebo, da Polícia Federal, desencadeada nesta terça-feira. Helena Witzel é acusada, de receber mensalmente R$ 15 mil de empresa suspeita

Helena Witzel e Wilson Witzel
Helena Witzel e Wilson Witzel (Foto: Reprodução/Twitter)
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247 - A primeira-dama do Rio de Janeiro, Helena Witzel, é alvo de várias acusações da Operação Placebo, desencadeada nesta terça-feira (26) para apurar fraudes relacionadas a contratos emergenciais para o combate à pandemia do novo coronavírus no estado.

Reportagem do Globo aponta que um dos elementos que levaram à operação foi o fato de, durante as investigações, agentes terem descoberto que o escritório de advocacia da primeira-dama do estado, Helena Witzel, recebeu, a partir do ano passado, R$ 15 mil mensais da DPAD Serviços Diagnósticos, que tem como sócios Alessandro Duarte e Juan de Paula. Eles são ligados ao empresário Mário Peixoto, preso este mês sob a acusação de comandar um esquema que superfatura vendas e serviços para a Secretaria de Saúde e que teria começado ainda no governo de Sérgio Cabral, preso após ter um esquema de corrupção descobertos.

O escritório de Helena Witzel, HW Assessoria Jurídica, divulgou uma nota negando as acusações.  "A diligência nada encontrou que pudesse comprovar alegações de seus requerentes, afirma. "HW Assessoria Jurídica prestou serviços para a empresa apontada pelo MPF, tendo recebido honorários, emitido nota fiscal e declarado regularmente os valores na declaração de imposto de renda do escritório".

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